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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Binary Domain

O que você faria se fosse um robô. Não um pedaço de lata, mas com aparência humana. Tipo os de exterminador do futuro. Agora vamos piorar um pouco, você tem certeza que é de carne e osso mas foi programado para pensar assim. É um homem de lata mas não sabe. Em Binary Domain você vive em Tóquio no ano de 2080. Guia um sargento chamado Dan Marshall e seu pelotão pelas ruas da cidade até se infiltrar na corporação do homem que está por trás dessa tecnologia avançada. Claro que nesse interim você atira em inúmeros robôs pelo caminho. Isso é que é a graça do jogo. Atirar e ver os robôs sendo despedaçados onde você acerta os tiros. Cabeça, pernas, braços, corpo, tudo no geral. O chato é e que às vezes quebra o clima é pilotar um jet-ski ou deslizar por um prédio (a mecânica é bem fraquinha nessas partes.) O tiroteio é baseado em um sistema  de cobertura, você pode dar ordens para sua equipe a qualquer momento, manter posição ou atirar e avançar.Um headset ajuda e reconhece palavras em inglês. Mas também pode escolher as falar pelos botôes de controle mesmo. Quanto aos personagens secundários você escolhe seus dois aliados, mas não se preocupe pois como mágica outros aparecem depois. Existe uma barra de confiança que mede o grau de relacionamento com a sua equipe, provocando mudanças no enredo e nos finais do jogo. O que é um pouco fácil com relação a isso é concordar com o que eles falam. Não importa o que seja feito a recepção será positiva. Francamente acho que poderiam ter aproveitado e ido mais fundo nessa idéia. A história não fica só no dilema homem vs máquina e possui reviravoltas interessantes. Ponto fraco também para mim é que quem não compreende inglês muito bem e sem a legendagem em português, muita gente vai se perder para entender o enredo complexo. Nota 7 na minha opinião.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

FIFA Soccer PS Vita

Sou sincero e não tenho um PS Vita ainda, e não tenho condições de adquirir um tão cedo devido a sacanagem feita pelo banco. Ainda estou me desdobrando o máximo e colocando alguns jogos no cartão de crédito de meu pai (pode ler, você sabe que é verdade mesmo, mas é necessário devido ao meu problema de saúde tão sério adquirido pela covardia do Banco Bradesco SA. Mas vamos ao que me motiva e mantém vivo: escrever!!! Peguei emprestado um PS Vita com um amigo meu e ele emprestou-me com o FIFA Soccer. Pude testar e avaliar o futebol virtual na palma da mão. Você logo sente-se em casa quando começa a chutar a bola ou quando antes assiste Rooney chutando a redonda na abertura do jogo. Aparentemente tudo é igual a FIFA 2012. É um trabalho muito bem feito os gráficos manterem-se intactos no portátil. Os menus são os mesmos salvo excessão do Ultimate Team. É óbvio que mudanças tiveram de serem feitas para adaptar-se ao portátil devido a falta de botôes no mesmo para equivaler-se ao PS3. A marcação dupla voltou para x+[] como era nas versões pré-FIFA 2012. Todo o gameplay é mais baseado em FIFA 2011. Mas não se preocupe continua sendo um ótimo jogo capaz de divertir por horas e horas. A tela touchscreen propõe uma maneira casual, você aperta onde quer passar a bola e pronto. O problema é que algo mais sofisticado é quase impossível. A touchpad permite ser mais eficaz.  Exemplo: em uma batida de falta você pode colocar a bola no ângulo, só vou avisando que quanta menas força no toque, mais precisão. Leva o meu 9 devido as falhas às vezes gritantes contra a CPU.

Fifa Street

Mais uma vez temos o futebol arte daqueles que desperta em nós o espírito moleque e encanta as nossas Tv`s. Futebol no Brasil é paixão, isso é inegável. Estando com um churrasquinho e os amigos melhor ainda! Mas se quiser mostrar que é bom de bola, pelo menos virtualmente, e sem muito esforço FIFA Street é o jogo certo para isso. Os três primeiros são ótimos, mas verdade que seja dita este é praticamente um recomeço e em grande estilo aliado ao melhor: futebol de rua. Usando a mesma enguine de FIFA 12, FIFA Street trás um belo repertório de dribles (mais de 50 calculando em média) e uma infinidade de combinações fantásticas. Clima dinâmico, toque de simulação voltado para o realismo. A EA caprichou no visual e na lista de jogadores licenciados. Os cenários impressionam nos lugares de cada disputa são um show à parte com quarenta arenas diferentes e variados contendo estacionamentos, quadras e até mesmo miniestádios. O sistema de colisão é mais um show extra ao desempenho dos atletas nas quadras. Infelizmente apresentam bugs (vez ou outra jogadores enrroscam-se principalmente após tropeçarem uns nos outros ou levantarem em câmera lenta). O ponto mais alto é a jogabilidade com uma mecânica de controle de bola que rende disputas mano-a-mano. E pasmem: apresenta um futebol de salão seguindo todas as regras oficiais. No modo Word Tour você cria seu próprio jogador ou até mesmo uma equipe inteira, trazendo extras como roupas, acessórios e cenários para habilitar estrelas do futebol mundial enquanto evolui seus jogadores. Só os saves automáticos nas partidas que atrapalham um pouco. O modo online é sensacional!!!. Com os amigos juntando o churrasco, futebol e cerveja ou até mesmo no singleplayer é um dos melhores jogos da atualidade. Leva um 9 por causa dos bugs. 

Kingdoms of Amalur: Reckoning

Promessas e promessas foi o que eu ouvi desse jogo, o qual diziam que iria desbancar Skyrim, para mim ficou só na promessa e mais nada. É bem verdade que sentimos falta dos RPG`s Japoneses (eu pelo menos que cresci jogando RPG`s desse estilo sim). Já nos RPG`s ocidentais (mais focados para a ação, nos quais combates e exploração acontecem sem rodeios e podendo evitar os inimigos do caminho (absurdo na minha opnião, ainda mais para quem gostava qde chegar ao level 99 e ultrapassá-lo. O RPG ocidental vem rebuscando demais seu sistema de combate. Kingdoms of Amalur: Reckoning lembra e muito Skyrim no jeito de ser. Com seu visual caricato e ambientes enormes e bem coloridos (tem horas que para falar a verdade considero isso até irritante, tanta coloração e falta de um aspecto mais sombrio. Outro fato decepcionante na minha visão é ser bonito mais não tão rico em detalhes. Mais um defeito são os visuais como que caricatos demais com ambientes enormes e novamente a maldita coloração excessiva. O mais ridículo é que nos primeiros trinta minutos de jogo, existe um contraste entre esse clima colorido e o sangue que jorra mostrando que a coisa é bem mais séria do que parece. Você cria seu personagem, com uma ampla possibilidadede personalização, escolhe uma das 4 raças jogáveis, batiza com um nome e pronto. Segundo o enredo do jogo o seu personagem morreu e volta dos mortos sem memória da vida passada e orientado por um guerreiro chamado Agarath, cabe a você corrigir a ordem natural das coisas. Somente você pode mudar po destino das pessoas com quem interage. O mundo de Amalur oferece dois mapas gigantes divididos por regiões, com diversas cidades, calabouços, ruínas, acampamentos e vários tipos de locações que precisam ser identificadas (virando pontos acessíveis e de viagens rápidas pelo jogo.) Os diálogos são péssimos e desinteressantes. São tantas missões extras com caminhos cheios de surpresas. No geral leva uma nota 6 na minha opinião. Talvez principalmente pelo fato de um tal de Skyrim ter todos os mesmos atributos e ser ainda muito superior!!! 

sábado, 5 de maio de 2012

Saint Seya Omega Mais fatos desagradáveis

É realmente O melhor anime de todos os tempos está passando por uma fase como Dragon GT passou e que os fãs desconsideram por tantas e tantas coisas sem sentido que comprometem a qualidade do inesquecível original. Essas coisas estão matando e contrariando tudo o que conhecemos e temos como "marcas marcantes" da série. Para quem não se recorda do episódio em que aparece pela primeira vez o Cavaleiro de Ouro Shura de Capricórneo, havia uma estatua onde a Deusa Athena entregava uma espada ao cavaleiro mais fiel de sua época. Tudo bem que Shura havia sido enganado por Saga e considerando o Episódio G, se não me falha a memória ainda teve sua mente controlada pelo mesmo para esquecer-se de tudo o que havia descoberto sobre a inocência de Aioros. Izo considerando o Next Dimension até o momento segue os mesmos princípios de Shura e mostra-se como um fiel Caveleiro de Ouro mesmo com as manipulações e alterações de Cronos. Agora o mais interessante é que o diretor da escola Palaestra, um senhor de idade (que lembra até Mitsumassa Kido um pouco) é o Cavaleiro de Ouro de Capricórneo e vem com isso alguns detalhes curiosos: 1º seguindo a linha do tempo mesmo que ele tivesse treinado junto à Shura sua técnica também é a Excalibur? Marca registrada dos Cavaleiros de Ouro de Capricórneo, pois caso seja há de lembrar-se de um fato curioso: Excalibur é a espada forjada pela feiticeira Viviane (seguindo os contos originais), mas não é na lâmina física que concentra-se seu poder e sim no Cosmos de seu usuário. Seguindo as lendas do Rei Arthur, após ele cometer atos de adultério assim como sua esposa Guinevere, com Morgana e vir o nascimento do filho Mordred que destronaria o pai, seu cosmo passou a não ter mais o mesmo poder e a sua Excalibur passou a perder seu poder e tornar-se uma simples espada gerando a queda do lendário Rei. Voltando para o Omega, Ionia seria um rival na época em que Shura ganhou a armadura dourada (considerando agora o Lost Canvas que afirma em seus capítulos finais mais precisamente na parte da luta do Regulus contra Radamanthis, da possibilidade de existência de cavaleiros aleatórios sendo escolhidos lembrando da escolha da armadura dourada de Leão pelo filho Regulus no lugar de seu pai Ilias. Na época atual podemos conferir tal fato também: Kanon sendo escolhido pela armadura de Gêmeos no lugar de seu irmão Saga. A grande questão a respeito de Ionia é como mesmo sendo um traidor a armadura que escolhe o mais fiel pela justiça tenha-o escolhido? Para piorar Ionia sendo alguém malévolo teria o poder de Excalibur que é conferida somente à pessoas de boa índole ou este teria outra técnica? Só poderemos saber com o passar dos episódios. Outra coisa que foi decepcionante para mim, é o fato de Ichi de Hydra ser ridicularizado como um aluno veterano e não um dos professores. Acho que assim como eu, todos achavam que Ban era o pai de Souma de Lionet. Mesmo sem ele ser, Ban assim como Geki perdeu o direito de sua armadura? Nachi de lobo idem, já que Haruto surgirá em seu lugar. Além disso por onde andam Jabu, Nachi e Ban? Morreram no Next Dimension? ou somente perderam o direito de suas armaduras assim como Geki?. Outro fato que está chamando minha atenção é a nova "Guerra Galáctica" onde ao invés do prêmio ser uma armadura de ouro é uma armadura de prata. E qual seria essa armadura de prata?, ou como está tudo zoneado mesmo o vencedor só teria algo para torná-lo de prata mas a sua armadura continuará com a mesma aparência? Depois de Marin continuar como a amazona de prata de Águia e termos a Yuna como amazona de Águia e o novo grande Mestre Traidor ser Cavaleiro dourado de Ofíuco, assim como Shina está tudo muito confuso. Muito confuso mesmo. Esperemos para ver no que vai dar...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Silent Hill Downpour

A série mais horripilante dos jogos está de volta embora o foco no horror psicológico como nos três primeiros jogos da série não existe mais, Downpour através de seus desafios variados, ritmo de ação muito bom, legendado em português e em 3D na versão de PS3 consegue ainda agradar. Confesso que sou fã dos mais assíduos de Silent Hill. Ainda lembro do primeiro jogo de PS1 onde Harry Mason sofre um acidente de carro e sai em busca de sua filha. Você acorda, vai andando e verificando que todas as saídas haviam sido bloqueadas por precipícios e uma névoa atrapalhava ainda mais. e quando na primeira vez se entra no mundo dos pesadelos e uma porção de bonequinhos desfigurados vinham para cima de você e daí você acorda e encontra a bela enfermeira Lisa Garland que infelizmente era mais uma "assombração" e confesso que morri de pena dela quando ela começa a desfalecer em sangue. Lembro que consegui o melhor final de primeira e na sorte pois não joguei com detonado. Fiquei tão vidrado que quando chegava do trabalho, ia fazer milha barba, tomar meu banho, jantar, e quando todos iam dormir começava a jogatina. E para o melhor final tinha de salvar a policial Cybil do controle da criatura, e salvar o pilantra do Dr. Kauffman. Jogava até me dar sono e confesso que na noite em que detonei o jogo, fui virado com Redbull para o trabalho. É sério! Fiquei tão envolvido com a história que queria avançar cada vez mais. Joguei a noite inteira sem parar. O 4º capítulo também não foi ruim, mas achei que perdeu um pouco o foco na idéia base do jogo. O Homecoming então perdeu o foco de vez e considero o jogo mais chato e fraco da série. Mas Downpour apesar da nota baixa da IGN, que eu não entendi, superou minhas espectativas e conseguiu agradar-me e muito. A verdade é que dificilmente voltará a ter o jeitão pesado como das 3 primeiras versões. Acho quase impossível. Muito menos malígno e agressivo como nos tempos do Silent Team da Konami. Downpour se eu não me engano deve de ser o terceiro ou quarto episódio nas mãos de estúdios ocidentais e gostei muito dele. A história é muito boa e prende a atenção, é claro que não é uma história como nos três primeiros mais mesmo assim é uma boa história. Se você é um fã conservador e acha que deveria de ser como na época do Silent Team das duas uma: ou não compre ou tenhan em mente que a série ficou mais "light" para poder se divertir e reconhecer os valores de um título acima da média no estilo terror/ação.
Esqueça também a neblina que era marca registrada da série. Downpour significa para quem não sabe tempestade e é essa a nova jogada que eu curti e me diverti muito. Antigamente quando o mal estava se aproximando tínhamos uma neblina cada vez mais densa que dificultava e muito a visão. Agora chove a maior parte do tempo e quanto mais intensa for a chuva maior a quantidade de inimigos. O ideal pelo que eu pude perceber da IA do game é que o jogador busque refúgio em algum lugar até que o pior passe. O mais atrativo é que essas tempestades não passam qualquer sensação desagradável (em 3D então que o diga), a neblina trazia esse clima mais incômodo ao jogador. A chuva e os trovões passam um clima mais suave. Esqueça também as torturas de horror japonês e prepare-se para pequenos sustos como os de um parque de diversões. São apenas aparições em um espelho aqui, portas que fecham sozinhas, sangue escorrendo, e um passeio em uma mina como se fosse uma montanha russa de um parque de diversões mesmo. Mas não pense que a maré de diversões e bobinhas perdura o tempo todo não. Existem missões extras sensacionais e até um pouco assustadoras que envolvem colecionáveis e solução de mistérios que recompensam com itens e informações extras. A quantidade de desafios impressiona e agrada a manter o interesse na trama. Os quebra-cabeças variam de acordo com o nível de dificuldade. Esse eu indico para os velhos fãns e para os que não tinham coragem de jogar as primeiras versões casca-grossas da série a IGN deu 4,5 eu dobro a nota acrescento mais 1 devido as sidequests (muitas por sinal, ponto positivo para prender na trama) e dou uma nota 10.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Mais de 2.000 visualizações

Prezados leitores, venho por meio desta agradecer a mais de duas mil visualizações, seguidores e tudo o mais conquistado com a sua ajuda prezado leitor e que estão tornando esse nosso CANTINHO MUITO especial. Trago uma excelente notícia em agradecimento por todo o carinho recebibo pelos senhores leitores. Como todos sabem, tenho um livro pronto e registrado é claro, que postei o 1º capítulo: Kevin Karter & a Ordem de Taraka. O livro está sensacional. Não é por que é meu não, mas está fantástico. Irei lançá-lo é claro. Estou no final da segunda aventura de Kevin Karter e acho que consegui superar o primeiro. Está mais combativo, continua centralizado em lendas urbanas e reencarnações (por sinal viajei muito em um dos vilões reencarnados). O terceiro já está em mente. E paralelo ao clima épico que quero dar ao final do segundo livro do Kevin, em homenagem ao dia do trabalhador, pensei muito ontem e começarei a escrever um livro contando toda a humilhação e problemas de saúde gerado para a minha pessoa pelo Banco Bradesco. Ainda estou sendo muito humilhado e acho que nós temos que ter orgulho de sermos brasileiros e lutarmos por aquilo em que acreditamos e construirmos uma sociedade mais justa a cada dia para o trabalhador. Ontem um amigo, um trabalhador com mais de 55 anos de vida, pai de família fora demitido sem motivo algum. Um excelênte funcionário e que assim como eu já derrubou até mesmo quadrilhas que estavam roubando não somente o banco mais o motivo principal de nosso trabalho: os clientes. Fazer o melhor o possível a cada dia para que nossos clientes sintam-se satisfeitos e orgulhosos de nossos trabalhos, é a nossa missão. Cada profissão é importante e tem o seu valor perante a sociedade: imaginem se não tivéssemos o lixeiro para recolher o lixo (Na Itália, mais precisamente em Nápoles tivemos uma amostra disso que estou afirmando para quem não se recorda), o bombeiro que vai encarar o fogo para salvar vidas e assiste tantas cenas fortes diariamente, o policial que faz a sua ronda para proteger a sociedade, o gançom que contribui e muito para o nosso lazer trazendo a comida e a bebida, o cientista que descobre cada vez mais formas de poder fazer a sociedade evoluir, a faxineira que limpa as janelas dos prédios e todo o resto. Ao ator que trás o entretenimento seja no teatro ou na televisão por meio de novelas. Aos jornalistas que ficam até mesmo no perigo para trazer-nos a informação. Ao médico que salva vidas, ao enfermeiro que cuida do adoecido em seu leito. Toda profissão é importante e baseado nisso e em toda a covardia e humilhação vivida até hoje pelo Banco Bradesco. Irei escrever um livro baseado em tudo o que eu passei. Como uma autobiografia durante esse período. Desde o ingresso na organização, passando pelo reconhecimento do povo e das pessoas justas, até quando chegou a enfermidade que por sinal aumentaram as dosagens de medicamentos atualmente, a humilhação, desrespeito e demissão arbitrária mesmo estando com uma gravíssima síndrome do pânico que aumenta a cada dia mais. Tenho certeza que cada trabalhador irá identificar-se com esse personagem baseado nessa fase de minha vida. Parabéns a todos os trabalhadores que vão dormir tarde estudando, acordam cedo, pegam o ônibus lotado e vão para mais um dia de trabalho!!!! Esse novo livro será em dedicação a todos vocês!!!!