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sábado, 17 de dezembro de 2011

Rocksmith

Sabe, sempre me perguntei se algum dia iria poder aprender a tocar guitarra jogando e a resposta veio com Rocksmith. Como jogo minha nota é 4,5 uma vez que não é bem um jogo e sim um curso de guitarra e dos mais avançados. Apesar da aparência de Guitar Hero, Rocksmith tem hora que assusta. É bem complexo ao primeiro olhar. Quem quer realmente aprender a tocar guitarra vai fundo, pois vai aprender com certeza. Guitar Hero e Rock Band são divertidos pois mesmo sem saber um acorde com o devido treino você consegue nota máxima em todas as músicas mesmo em modo Hard. Mas são simuladores, brincadeira no geral. Rocksmith não tem nada de brincadeira. É um instrumento de aprendizado. A idéia de ligar a guitarra no console é terminada aí. Falando na similaridade com Guitar Hero, ao invés de botões você tem cordas e cada casa do braço de sua guitarra é um botão. Assim sendo você tem aproximadamente 130, 140, 150 combinações diferentes se for contar os acordes mais complicados. E para piorar: o ideal é usar cabo audio e vídeo, pois o de HDMI vai deixar tudo dessincronizado em certas partes. No menu existe um compensador de atraso, mas é totalmente ineficaz. Apesar de alguns sites renomados e que eu adoro como o IGN dar nota 8 eu dou 4,5. São muitas falhas de sincronização. Confesso que foi bem legal algo como uma realização de um sonho ver a guitarra plugada no vídeo-game, mas quando a coisa começou a perder o sincronismo mesmo para que tem um pouco de conhecimento tornou-se frustração e um pesadelo. Só faltou um sueter vermelho e verde, uma luva de jardineiro e um chapéu fedora para concretizar o pesadelo ainda mais para quem mora na Rua Elm e teve o mesmo sonho dilacerado.

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