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quinta-feira, 29 de março de 2012
Saint Seya Omega meus comentários recentes
Várias pessoas vem me perguntar sobre essa nova saga de Seya e Cia devido as minhas pesquisas por buscas de informações. Já deixei meu comentário claro neste blog. Embora eu confie no Mestre Kurumada, tenho receios desse anime ser o Dragon Ball GT de Cavaleiros. Não existe outro meio, então o que podemos fazer é confiar no Mestre Kurumada e aguardar para ver. Embora ainda tenho receio. Um comentário que um amigo uma vez falou, vou apropriar-me dele e deixar aqui. Com excessão de Sage e Shion todos os grandes mestres tramaram contra a Deusa Athena. Até mesmo no fluxo alternativo do Next Dimension criado por Chronos. E nessa nova saga mais um grande mestre será um dos vilões. Tenho que concordar, é melhor que o cargo de Grande Mestre seja extinto. Falando nesse grande mestre do Omega, será o Cavaleiro de Ouro de Oufícius? É o que aparenta segundo informações até o momento. Shina não é a amazona de Oufícius? E a tal da amazona Yuna (aparentemente terá uma ligação com Marin) de águia. Só que uma amazona de bronze. Ao que eu me lembre Marin é a amazona de prata de águia. E a Yuna será de bronze. Cutucando no mesmo fato, grande Mestre Cavaleiro de Ouro de Oufícius? Oufícius não é a armadura de prata de Shina? E o tal do grande mestre novo será um cavaleiro de ouro de Oufícius? Só teremos essas respostas assistindo mesmo essa nova saga. Sou contra devido ser um anime infantil. Retirando a identidade da série clássica, mangá e tudo o mais que já teve até hoje, sem contar o fato da não conclusão do que está em aberto. Já disse: sou contra mas irei assitir. E caso seja um fiasco, espero que não passe de um spin-off. Mas confio no Mestre Kurumada e como não tem jeito mesmo vamos ver no que vai dar. Espero sinceramente que eu possa dobrar a minha lingua e mesmo sendo um anime infantil, venha a ser algo para agradar todos os fãns de Seya e Cia como eu. Espero que nesse novo anime possamos realmente sentir o Cosmos que tanto estamos acostumados!!! Vida eterna a Seya, Saori e os demais personagens contanto que inclusos em histórias como estamos acostumados à apreciar!!!
UFC Undisputed 3
Com certeza um jogo com uma grande evolução técnica! Um esforço grandioso para atualizar tatuagens, machucados e patrocinadores dos lutadores que já começa a dar uma chamada de atenção para o jogo! Não faz muito tempo atrás, os torneios de MMA (para quem não é amante do esporte: artes marciais mistas) iam pelo mesmo caminho das franquias de futebol!Uma nova versão a cada ano mais sem alterações o suficiente para incentivar o jogador (mesmo fãns do esporte como eu) a serem incentivados a comprar o título anual. Em UFC 3 Undisputed essa regra fora quebrada e valeu a pena! Mudanças como o PRIDE extinto campeonato japonês. Não é como se fosse um simples modo extra de jogo, mas sim um jogo a parte dentro do disco. (Obs.: não testei a versão do Xbox360 somente a do PS3) existem lutadores em início de carreira,como eram nos melhores tempos do PRIDE. Voltando ao PRIDE ele possui ringues e não octógonos, suas próprias regras e souberam capturar o clima de lutas intensas. Isso é o que chamou-me mais a atenção. Resumindo: a mecânica do jogo foi programada de forma a oferecer simplicidade aos iniciantes e simulação para os Hardcores. Existe um sistema inédito para decidir o vencedor em duelos de submissão onde fora criado uma espécie de mini-game dentro do jogo onde dominante e dominado lutam para continuar ou finalizar o combate. O que era bom nas versões anteriores continua evoluindo com destaque para os gráficos. Os lutadores possuem suas feições bem realistas aqui, uma física de impacto muito boa (mas com falhas em alguns socos e chutes) dando a impressão de serem mais violentos do que realmente são. Outro destaque vai para as "feridas". É vergonhoso reclamar de um jogo tão bom mas o serrilhado extremo para a época de hoje é cruel. Sendo suavizado nas cenas antes e depois de entrar no octógono. Por outro lado a dinâmica das lutas continua ágil, com uma mistura divertida de golpes e técnicas de imobilização e submissão que irão variar com o lutador escolhido. E por falar em lutadores são mais de 150 atletas com destaque para: Jon Jones, Anderson Silva, Júnior dos Santos, Georgers St. Pierre, Dominick Cruz, José Aldo e Frank Edgar sendo os maiores destaques na minha opinião. Existem vídeos desbloqueáveis no modo carreira que comentam desde a glória da primeira luta até o desgosto de uma derrota. Acrescentando ainda o sabor de conquistar o cinturão. Os 150 atletas totalizam centenas de golpes diferentes e estilos para dominar. Tudo o que envolve os eventos está inserido: as arenas da MGM, da Madison Square Garden, as garotas dos ringues e juízes bem populares como Mario Yamazaki. É uma pena que os eventos de UFC do Rio e São Pauloficaram de fora da festa. Possui tutoriais simples e legendas e menus em português. É um jogo mais do que indicado para todos os jogadores e assim como no futebol do PES ou FIFA especialmente indicado para jogar contra outra pessoa. Leva um 9 só por causa dos serrilhados.
terça-feira, 27 de março de 2012
Final Fantasy XIII-2 Análise
Que Final Fantasy XIII foi polêmico demias, isso foi. A sua linearidade absurda matou o jogo completamente. Agora a Gigante Square-Enix lança uma seqüência da polêmica história de Cocoon e Pulse. Apesar de parecer com o jogo anterior, nessa versão existem alguns ajustes. E quem reclamou do primeiro é super-indicado. No geral o seu antecessor foi um jogo bom mas teve as suas falhas gritantes. Para mim a principal delas foi a linearidade absurda que irritava. Outro problema que eu achei foi o número exagerado de personagens, para mim só a Light, Snow, Sera, Fang e Sazh estava ótimo. Haviam personagens demais e chegavam momentos em que não dava para acompanhar direito quem era quem. Felizmente o novo elenco é bem mais reduzido. Hope por exemplo, quando você começa a acostumar-se e a gostar dele acaba o foco nele. Para compensar a linearidade, fora criado um sistema chamado de História Crux o qual permite desbloquear novas áreas e períodos no tempo utilizando-se de artefatos espalhados pelo mundo do jogo. Com relação ao sistema de combate é praticamente o mesmo. Não vi mudanças grandiosas, somente um incremento ou encherto aqui e ali. Quanto aos inimigos aqui sim temos mudanças. É possível capturá-los e colocar para lutar ao seu lado (meio Pokemom isso mas tudo bem pois ficou divertido). Eles também "evoluem" de forma independentes uns dos outros, pois é possível equipar até três deles em seu grupo e alternar entre um e outro. Mais você irá precisar aplicar materiais espelhados pelo mundo ou comprados em lojas. Conforme vão crescendo e evoluindo, eles aprendem habilidades que podem serem transferidas de um monstro para outro. Como Serah e Noel são os principais, o novo Crystarium também está mais flexível. Passa a impressão de que isso é uma novidade sem propósito, uma vez que utiliza-se apenas de um ou dois movimentos "maiores". Esse é o principal defeito em FFXIII-2 na minha opinião. A série sempre foi ambiciosa (lembrem das versões VII - o melhor jogo para mim até hoje ao lado de Metal Gear), As versões VIII, IX e X traziam carisma misturado com emoção e eram desafiadores e intimidadores ao mesmo tempo. Passa a impressão que a idéia foi somente consertar os erros da versão anterior, mais irei acrescentar mais um detalhe não acertado: a falta de liberdade novamente. É um bom jogo mais que se somente tinha a idéia de corrigir ou amenizar as falhas da versão anterior leva até uma nota 8, mais se queriam algo a mais, passou longe e a desejar. No finalmente leva o meu 8 por acreditar na primeira hipótese.
Need for Speed: The Run
Esse é o novo jogo da franquia, só que bem diferente dos anteriores. E muito fraquinho mesmo. Tem as suas partes boas como cruzar a toda pela estrada sem rismo de acidentes reais. Mas limita-se a isso. Ainda recordo do tempo em que era possível falar de todas as virtudes de um jogo Need For Speed. Graficamente é bonito, a velocidade flui bem, mas não tem a emoção dos anteriores. Outra coisa que chateou foi i oato de que exceto em algumas partes, não é possível escolher o veículo. Isso para mim, matou o jogo. Seu objetivo é correr do ponto A ao ponto B, vencendo os rivais e escapar dos mafiosos e da polícia. Você passa por diversas cidades, você corre por belíssimas paisagens dos EUA, só que com poucas variedades. Existem trechos bacanas como os em que se corre contra uma avalanche e acaba por enfrentar rochas gigantes. O objetivo sempre é vencer, o que muda são os números de participantes. Isso é que muda tudo. O que mais irrita é o "reset". Pode ser usado na hora em que você fez algo do qual n ão gostou e recomeçar do último checkpoint; só que também é acionado imediatamente quando você colide fortemente ou se afasta muito do percurso. Em um determinado momento ultrapassei pelo acostamento e adivinha só: reset. Quan jogou e passou pela mesma situação sabe bem do que eu estou falando. Muito fraco, mesmo leva um 3 olhe lá na minha opinião.
The Adventures of Tintin: The Game
Carros leitores, gostei muito do fime mas é um jogo inspirado no filme homônimo que lembra muito vagarosamente o Tintin que estamos acostumados. É um jogo indicado para crianças e fãns dos mais pacientes da série. Jogos baseados em filmes são um porcaria no geral (Considero os do Homem de Ferro dos piores os quais já joguei). A Ubisoft criou uma história apenas inspirada no filme e com isso perdeu praticamente tudo que faz a série ser boa. Fazendo um jogo de plataforma sem muito assunto mais com alguns momentos interessantes. O modo história até que é bem divertido o problema é a falta de diversidade que começa a pesar em torno de uma a duas horas de jogatina, fazendo o jogador jogar apenas no automático e virando um aperta botões até o final. O principal problema na minha opinião é que sempre que algo novo surge, é incorporado de uma forma tão forte que faz a graça toda ir para o brejo. O modo Tintin e Haddock é diferente do resto mais usa os mesmos sistemas. Para completar a versão do Xbox360 usa o Kinect, mais a sua imprecisão é tamanha que chega a irritar. O tempo de resposta então é péssimo. Embora seja um personagem que eu goste tenho que ser honesto na hora de avaliar o jogo e para mim, não passa de uma nota 4.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Fina Estampa Análise Final
Para ser sincero é difícil uma novela prender a minha atenção. Posso até assisitir, mais é difícil prender a minha atenção. Exemplo de novelas que conseguiram foram grandes clássicos como Roque Santeiro (era pirralhinho mais gostava de ver.) Ainda lembro da cena do lobisomem que acabou fazendo interessar-me por assuntos sobrenaturais e curtir o mesmo. Daí acabei começando a ler livros do Mestre Stephen King o primeiro foi o Iluminado, o segundo A Hora do Vampiro e continuo até hoje lendo seus livros desde então a cada lançamento. Gostei muito também do Rei do Gado (a que considero sendo a melhor novela na minha opinião; pelo menos até agora.) Gostei da Morde e Assopra mas decepcionei-me com o final. Caso similar com o da novela em que a Mariana Ximenes fazia a Ciara. Fina Estampa chamou a minha atenção e adorei assistir vários capítulos de verdade mas não curti o final. Houveram momentos interessantes como a Griselda como curadora da turma na formatura do filho. Gostei demais disso. O Antenor com a Patrícia salvando a mãe. Daí vieram as decepções, começando pelas cenas principais e de ação. A pior de todas para mim foi a morte do segurança. Essa quase foi a pior de todas. A seguir, o desaparecimento de Pereirinnha e Teresa Cristina. Isso pela parte dele de Pereirinha igual desafiando Poseidon. Sinceramente muito fraco. E para fechar Teresa Cristina parando o carro, abrindo o vidro do carro e reaparecendo com um look diferente para Griselda que corre inutilmente com uma chave de Gryffon na mão. Se pelo menos Griselda jogasse a chave no carro ainda teria sido menos pior mais o fato de correr atrás da vilã sendo ridicularizada enquanto a vilã sumia. Decepcionante. No geral foi uma boa novela. Só que mais uma com um final decpcionante no geral. Devido ao enredo e as cenas de humor de Crodoaldo que eram hilárias (Parabéns Marcelo Cerrado - seu personagem foi o melhor da novela!!! Ri muito e não apenas isso mais por ser tão humano com o próximo. Marcelo Cerrado leva meu 10 em absoluto. Agora voltando para a novela, devido a seu final tem uma nota 6. Na minha opinião, matou completamente a novela o seu final. É uma pena pois ouveram ótimos capítulos e foi uma novela com cenas boas. Mas o final decepcionante faz com que eu de uma nota não muito agradável. Uma pergunta paira no ar: a Marcela realmente morreu? Dá a entender que sim mas em nenhum momento ouve uma fala sequer da propria falando que era uma farsa a história de irmã gêmea. Uma pena. Uma pena mesmo.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Saint Seya Omega pedras no Lugar das Pandora`s Box?
É pessoal como sou grande fã de Saint Seya cutri, tudo lançado até o momento, a série clássica, saga de Hades, episódio G, o livro gigantomáquia, os mangás e o anime do Lost Canvas que espero que seja continuado e tenha um final como o do mangá, embora confio muito no Mestre Kurumada, digo que ainda estou receoso com relação a parte Omega que a cada momento está mais lembrando o péssimo Dragon Ball GT que todos os fãns de Goku desconsideram e acham um pesadelo e assim como eu o final sendo na parte Z. Depois de confirmar o que alguns fãns estão me perguntando fico triste em informar que os mais conservadores (como eu) ficarão tristes com o fato: infelizmente é verddade as urnas, sarcófagos ou caixas de Pandora (Pandora Box) como conhecemos desde o mangá clássico que guardam as armaduras dos cavaleiros não existirão mais. O novo cavaleiro de Pégaso Kouga terá um colar com uma pedra para invocar as armaduras. Cada personagem tera uma pedra de sua constelação ou estrela guardiã que há de transformar-se em uma armadura. Isso como um outro fã havia dito lembra Digimon. Pedra, daqui a pouco Brasão e não desconfiaria nada de uma fusão de personagens como em Digimon ou em Dragon Ball, mas não creio que seria uma fusão de personagens e sim de armaduras. Como fã conservador também fico triste com tais notícias que podem acabar criando uma mancha que venha a trazer repulsa por parte dos fãns a uma parte de Saint Seya mesmo que não faça sucesso e não passe apenas de um spin-off coisa que eu mesmo já estou quase começando a desejar que seja dessa forma infelizmente. Mais eu acredito no Mestre Kurumada e é o que me faz acreditar que não teremos uma decepção tão grande quanto tivemos em Dragon Ball GT.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Soul Calibur 5 Revisão
Primeiramente venho dizer que apesar do jogo ser relatimamente bom, achei que o deixaram mais para os novatos. Veteranos vão achar somente um aprendizado rápido do que foi implementedo. O jogo em sí está muito simples e dinâmico e depois de dominar o básico já pode ir para o combate sem medo de ser feliz ou conseguir um troféu. Traz uma mudança no istema de combos que melhorou e muito por sinal. É uma seqüência do jogo de luta que utiliuza-se de armas com caras novas. Alguns personagens comoa Kunoichi Taki não estão presentes e era uma das personagens que eu mais gostava de jogar nas versões anteriores. No geral parece-se com Soul Calibur com especiais modificados e novos itens além de novas caras substituindo algumas antigs que para mim fizeram falta como a Taki (já dito antes mas só para reforçar). Em gerção é um jogo indicado para os fãns da série que não esperam uma grande revoluão. É uma seqüência bem preservada ou cautelosa com poucos mais lutadores. Falando em lutadores temos a presença de Ezio Auditore da série Assassin`s Creed que por sinal é o melhor personagem dessa versão do jogo. Sempre gostei muito de jogar com a Taki, Ivy e Tira (pelo menos com excessão da primeira as demais ficaram). Os novos personagens são bons mas não conseguem substituir os antigos nem de longe. O modo história é bem ralinho mesmo mas é a parte principal do jogo para abrir novos caminhos e desbloquear personagens. Achei essa trama do modo história ridícula para falar a verdade. Concentrando-se nos filhos de Sophitia (também fez uma falta) são eles: Patroklos e Pyrrha. Patroklos até que lembra a movimentação da mãe só que misturada ao dos homens lagartos. Pyrrha possui uma movimentação idêncica a da mãe. Falando na Taki, em seu lugar vem uma aluna chamada Natsu. preferia a Taki após anos de costume com a mesma. Xianghua também sai de cena e deixa as suas habilidades para seu filho Yan Leixia. O modo de riação é muito interessante, alguns bem malucos por sinal. Consegui criar uma personagem parecida coma a Xena só que ao invés do Chacra uma espada circular como a de Tira. Agora existe uma barra chamada Critical Edge que lembra Street Fighter 4. Fato curioso nessa parte é que a mecânica Guard Impact (chanada agora apenas de Guard) também consome a barra. Os personagens do usuário e os estilos de jogos computados, são emprestados a outros jogadores pela Live (só joguei um pouco a versão do Xbox360, embora a minha mesmo seja dp PS3 e continua lacrada.) o que resulta em um infinito elenco para o Quick Batle. A torre do 4 também foi até vergonhoso ter sido banida. Não ou nem falar do clássico modo Weapon Master que vira até covardia. Quanto a parte online nada mais é que angu com farofa. O segundo jogo da franquia eu curti muito principalmente por trazer Al Simons o famoso Spawn dos quadrinos na versão do Xbox assim como o Ézio Auditore está fazendo a sua participação especial. O terceiro eu achei fraco mais devido a Tira até que ainda curti por algum tempo quando não tinha nenhum jogo de luta melhor para jogar. O 4º achei interessante a torre dos desafios e confesso que devido a mesma achei até um bom jogo no geral. Embora não há quem me faça jostar do chefão final do anterior Algol. Acho ele muito chato e fraco demais para um chefe final. Voltando do túnel do tempo o 5º e atual está muito desilado e superficial. A anos luz de distância de ser tão bom quanto fora o 2. Na minha opinião Soul Calibur precisa de muitas melhorias e idéias novas para um novo título, do contrário acabará caindo no esquecimento. Minha nota é 6. Principalmente pela falta do Weapon Master que com a sua ausência matou o jogo.
domingo, 18 de março de 2012
Lego Harry Potter: Years 5-7
Os últimos anos do bruxinho mais famoso dos livros e do cinema sendo contados mais uma vez sobre a ótica Lego. Lembrando assim os últimos jogos da série só que com mais variedade e sendo indicado para todos os fãns e principalmente pessoas que curtem um modo cooperativo. Continua sendo como os anteriores jogos da franquia Lego, quebrando blocos, reconstituindo algo de um jeito diferente e procurando sempre por vários tesouros escondidos. Os jogos Lego sempre foram bem divertidos e bacanas para passar o tempo. No título em questão existe mais variedade que em seu anterior. Se uma coisa que não dá para ter certeza é o que se vai aparecer quando reconstruir uma nova peça. O que é melhor é ser sempre uma surpresa que prende a atenção e diverte e muito o jogador. Feitiços como o Diffendo exigem que seu personagem trace o formato dos objetos usando o analógico. Todo mundo já fez isso em algum lugar, mas não com toda a magia que a franquia Lego proporciona. Conforme você desbloqueia novas partes ou novos feitiços você vai mergulahndo ainda mais na diversão do jogo. Felizmente existe muita coisa para fazer com novidades que dão um incentivo para seguir em frente até mesmo em virtude do visual bem detalhado que lembra muito a magia de Harry principalmente para quem leu todos os livros. Leva uma nota 9 no geral.
Disney Universe
Certo dia estava a brincar com meus primos menores e acabei me deparando com um jogo que eu mesmo os havia presenteado: Disney Universe. Como eles são pequeninas crianças eu quiz presenteá-los com um jogo para a idade deles é claro. Nisso acabei por fazer a minha própria análise que agora posto em meu blog. Sem dúvidas é um ótimo jogo para crianças assim como eles. Adultos não irão curtir muito não. É um coop para até quatro jogadores ambientado nos filmes da Disney como o Rei Leão (fase que para falar a verdade achei divertida), lembra superficialmente a série e que é mais do que recomendável para a criançada. Adultos como eu podem curtir uma fase (ou mundo) de personagens específicos e que curtem. No meu caso como disse ao jogar com eles gostei da parte do Rei Leão. Jogo super bem humorado, a trilha sonora também é legal e possui muita coisa para a criançada divertir-se. Não há adulto que não goste dos personagens da Disney tenho certeza disso. Mickey Mouse então conheço tantos e tantos marmanjos que o possuem tatuado. Senti uma longínqua mas similiaridade com Lego Star Wars pela quantidade de itens colecionáveis, cenários interativos e os enigmas apresentados. Você começa no "mundo" de "Os Piratas do Caribe" resolvendo enigmas com canhões e transformando-se em um zumbi imune a água. Depois vem uma jornada em caçada por moedas para abrir novos mundos. Em Monstros S.A. por exemplo existem enigmas sobre portas mágicas e gritos. Os demais "mumdos" usam partes dos filmes em que foram baseados (volto a recordar sobre o do Rei Leão que achei fantástico) trazendo a sua trilha sonora. É um pouco curto na minha opinião e possui enigmas simples demais até mesmo para a crinçada tão esperta de hoje em dia. Mas o propósito deste título é agradar a criançada e cumpre isso em totalidade. Voltando ao túnel do tempo e sendo criança por alguns instantes novamente (rs) dou um 8 por ser curto demais. Se fosse um pouco mais longo terei o meu 10 garantido.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Saint Seya Omega algumas novidades
Prezados leitores, como era de se esperar, várias notícias foram dadas até mesmo em nosso site querido site www.cavzodiaco.com.br, que dedica-se tanto com notícias relacionadas a Saint Seya que nós fãns de Saint Seya somos fãns também do site www.cavzodiaco.com.br por toda a dedicação e carinho que a equipe tem para conosco fãns de Seya e cia. Só podemos agradecê-los por todo seu trabalho exemplar! Mas a Toei Animation passou algumas informações e mandou que fossem retiradas do ar a respeito de Saint Seya Omega. Infelizmente como a Toei possui os direitos o melhor site em Cavaleiros que eu conheço pelo mundo teve de retirar as notícias. O que ocorre: várias pessoas vem me perguntando devido as minhas pesquisas sobre o anime. Já deixei bem claro e vou repetir. Confio no Mestre Kurumada, embora espero que essa saga seja apenas um spin-off. Apesar de dizerem que realmente será o final geral de cavaleiros independentemente da continuação do Next Dimension e mesmo tendo a tão sonhada saga de Zeus. Dos fatos: Várias coisas não batem. Acho que até mesmo a Toei não sabe ao certo que rumo irá tomar essa nova saga, isso não seria novidade pois o anime está muito recente ao ponto de não ter sido nem ao menos lançado. A questão é: houve um boato que Lúcifer seria o grande vilão. Vale lembrar que Lúcifer fora derrotado por Seya e cia. em um episódio espécial. Então seria mais uma coisa sem sentido. Embora Lúcifer, na história, possa ter se recuperado durantes os anos e preparado um novo plano contra nossos heróis. Fato marcante é se as informações que nossos heróis ficaram debilitados como Shun perdendo o cosmo, Hyoga sendo congelado, Shyriu ficando com uma limitação física que o impede até de mover-se segundo alguns boateiros e sendo cuidado e tratado por Shunrei que torna-se sua esposa. Ikke volta para a Ilha da Rainha da Morte e passa a ser como defteros em Lost Canvas "o demônio da ilha" e treinando Kouga assim como Defteros fez com Tenma. O que ocorre: Como eu disse talvez nem mesmo a Toei tenha todos os detalhes ainda, mas se o que boateiros falam vierem a tornar-se realidade, seria um pouco frustrante nossos heróis que estamos acostumados ficarem dessa forma e uma nova equipe viesse para substituí-los e o pior são nossos heróis não se recuperarem e essa nova equipe ficar com todos os créditos. Shyriu por exemplo, lutou bravamente e com a ajuda de Seya para quem não se lembra após o uso da água da vida recupera a sua visão ao elevar seu cosmo ao extremo. Hyoga quando Camus o congela pela segunda vez em um esquife de gelo, desenvolve um ar frio tão potente que supera o de seu mestre. A Ilha da Rainha da Morte havia sido afundada no episódio 33 não é memso? Todo fã irá concordar com os fatos que eu estou expondo. Shun perdendo o seu cosmo? Para quem não se recorda, Shun veste a armadura de Virgem no lugar de Shaka, lembrando que o cavaleiro de Virgem é sempre o mais próximo de Deus e que Shun é na geração atual a reencarnação de Hades. Uma divindade que deu muito trabalho e é caracterizado como o poir oponente de Seya e cia. Tanto de a guerra santa atual desde a anterior ser contra ele. Além disso o foco no Next Dimension é uma nova batalha contra Hades. Só espero que após tudo, caso Saint Seya Omega tenha uma continuação não venha a ter uma nova fase contra Hades e a nova equipe combatendo-os e para piorar Seya e Hades acabarem matando um ao outro. Lembrando que no final do Mangá do Lost Canvas dá por entender que Tenma, Sasha e Alone, juntos tenham sacrificado suas vidas para ferir a alma de Hades naquele tempo. De uma forma que ele tivesse que esperar mais de duzentos anos para voltar a manifestar-se e assim possuindo corpo de Shun e a seguir após o sangue da Saori tocar o corpo de Shun possuído, Hades fugindo para o Elíseos e acabando indo para seu próprio corpo divino. Sendo ferido por Seya para salvar Saori e depois Saori e os outros unindo suas forças para destruir o corpo de Hades para sempre. Seya sempre foi o grande herói da história. e para quem não se recorda quando até mesmo a armadura de ouro de Sagitário havia sido destruída por Thanatos na batalha dos Elíseos, Seya utiliza-se da única coisa que possuía para seguir em frente como sempre: Sua vida! O que acaba despertando a Kamui de Pégasus. O fato pior em tudo isso não é nem ao menos a vinda de uma nova equipe para substituir nossos heróis o que de certa forma causa uma certa frustração para os fãns de Seya e cia. Desde o clássico mangá. Para piorar, nossa o pior fator, é o de Cavaleiros perder a sua identidade como eu já havia dito também anteriormente. Deixando de possuir uma temática mais adulta e passando a ter uma nova temática infantil o que contraria a identidade da série. Sempre fui fã de Cavaleiros. Desde antes de chegar ao Brasil na falecida Rede Manchete, já conhecia o anime (em mangá é claro) e o admiro desde então. Já assistí vários animes e gosto muito de outros como Dragon Ball, Yu Yu Hakusho, Deat Note, Basilisk. Também já disse aqui que Dragon Ball em sua parte GT foi a pior decadência da série. Não adianta mais nunca irei considerar GT como parte final de Dragon Ball ainda mais sendo continuação de uma parte tão empolgante e espetacular quanto a Z. Dragon Ball GT destruiu a série. Vários fãns como eu detestam esssa fase e consideram a parte Z após a luta contra Majin Buu o final. Eu sou um dos fãns de Dragon Ball e essa abordagem GT destruiu a série com a sua temática infantil demais. Chegando a possuir episódios até considerados ridículos para falar a verdade. Dragon Ball Z após a saga de Buu é a final para mim. Acho que essa parte Omega segue a mesma linhagem em Cavaleiros e pode destruir nosso anime tão querido. Não presisamos de um "Cavaleiros do Zodíaco GT" mascarado com o título de Omega. É claro que por curiosidade irei assistir pelo menos de início não vou negar, mas se chegar a um ponto que tenha episódios tão absusrdos de ridículos como em Dragon Ball GT e que prejudique e afronte todos os valores aprendidos até hoje em Saint Seya eu paro de assistir essa parte Omega. Só espero que o tal filme em computação gráfica não seja um prelúdio dessa parte Omega, mas caso seja pelo menos no filme os valores que conhecemos em cavaleiros possa ainda ser mantidos, coisa que essa parte Omega parece não ter. Para finalizar Sempre confiei e acreditei no Mestre Kurumada, mas estou receoso e muito com essa parte Omega. O Lost Canvas acabei curtindo por que acabou ganhando a sua identidade própria e mantendo os valores que conhecmos em cavaleiros. Destaque para as lutas de Albafica, Manigold, El Cid, Régulus e a luta final entre Aspros contra Kairos/Mefistófeles em minha opinião. Tomara que continue a ser produzido o Lost Canvas e tenha seu final nas telonas. E que o Next Dimension vire anime também, e que quem sabe tenhamos a tão sonhada saga de Zeus. Só não quero que esse Omega seja como estão dizendo o final e seja algo ridículo como GT foi para Dragon Ball. Do contrário eu irei considerar a parte da saga de Zeus caso venha a ser produzida o final. Se não no Next Diemnsion. Pois depois de tudo que foi dito tantos por blogueiros como eu mais até em algumas pequenas frechas da Toei novamente venho a desejar que Omega seja apenas um Spin Off e não o verdadeiro final para Seya e cia. Pois pode acabar sendo um desaforo para os fãns mais conservadores como eu. Volto a dizer irei assistir os episódio iniciais mas caso sinta o que minha intuição diz, paro no mesmo dia e não verei esse Omega nunca mais. Nãovimpota o que aconteça. Com uma excessão se for um prelúdio para a vinda da Saga de Zeus com Seya e os demais como sempre foi, ai eu assisto a saga de Zeus mais continuo a ignorar esse Omega se dependendo do que acontecer em seu desenrolar irei considerar não apenas um spin-off mais algo a não ser lembrado em Saint Seya que eu admiro e curto muito. Além de considerar o melhor anime já feito em minha opinião.
quarta-feira, 14 de março de 2012
The King of Fighters XIII
Prezados leitores, sei que estou em dívidas de reportagens com os Srs; peço perdão por isso mas devido a tantos problemas de saúde e agora uma fraude sofrida em minha conta que está virando a minha vida em um inferno, agradeço todo o apoio e carinho dos Srs. Agradeço por juntos chegamos na marca de 1.500 visualizações. Os Srs, são a razão de eu coninuar a escrever e seguir em frente. Continuo escrevendo não apenas no blog mas meus livros também. Eu estou com a idéia de criar uma história baseada em parte de minha vida, algo que irá motivar todo trabalhador como os Srs. que acordam cedo dia-a-dia para dar o melhor de si para juntos construirmos uma sociedade mais digna e justa! Trago nesta análise a minha visão a respeito de um dos jogos que eu considero um dos melhores jogos de luta já feitos assim como Street Fighter, Mortal Kombat, Dead or Alive, Tekken, Guilt Gear, Blazblue e é claro o título em questão: The King of Fighters que surgiu da união de dois jogos de luta da SNK: Art of Fighting e Fatal Fury, além é claro de incluir personagens como a Athena Asamya da SNK que possui seus próprios títulos sendo o melhor na minha opinião: Athena Awakening from de Ordinary Life, o qual eu considero um dos melhores títulos lançados para nosso saudoso PS1. Leva meu 10 absoluto esse título. Mas voltando ao KOF XIII, é o 13º título da série em seus traços de origens com times de trios (alguns como o 99 já tiveram quartetos), e é um dos títulos para pessoas como eu que nos anos 90 passaram sua infância jogando nos arcades e curtem até hoje esse estilo de luta 2D. Falando nisso é uma exemplar luda 2D para os clássicos veteranos dos anos 90 como eu. A ação é mais rápida do que seu antecessor. Os veteranos podem se aproveitar da experiência e utilizar-se ao máximo do Drive Cancel o que permite anular os ataques dos oponentes. Algo interessante é que a história apresenta vários caminhos e trazem cenas animadas chegando a serem até incompreensíveis às vezes, o que dá um toque especial na minha opinião. O singleplayer e o multi local não apresentam problemas. Só o online que infelizmente possui um lag (atraso na conexão entre duas partes) que atrapalha. (Nota: No Blazblue que também usa lutas 2D isso não afeta em nada até onde eu saiba. Não conheci ninguém com velocidades diferentes de conexões que tivessem tido problemas.) Por exemplo um teste que eu fiz com alguns amigos: se você jogar com pessoas que possuem 10 megas de velocidade para cima não atrapalha tanto, agora se você possuir 10 ou mais megas e jogar contra alguém que possui 1 ou 3 megas será irritante aguentar o lag. Em meu resumo KOF XIII por trazer o melhor de lutas em 2D assim como Blazblue (são poucos os jogos com essas características e recentes só conheço esses dois ítulos para falar a verdade) traz o que há de melhor para os veteranos dos anos 90 conseguindo atrair a atenção de novatos. Sua velocidade é incrível mesmo até para um veterano da série como eu que acompanho desde o primeiro em 94 onde somente tínhamos times de 3 contra 3 definidos pela CPU e não era possível personalizá-los. Para mim, assim como Blazblue conseguem ser em 2D e não deixar a desejar para outros consagrados títulos como Street Fighter, Tekken, Mortal Kombat ou Dead or Alive. Devido o problema do lag, leva meu 9, do contrário na minha opinião teria um 10 garantido!
terça-feira, 13 de março de 2012
Saint Seya Omega algumas novidades
Bom, de fato conforme acabou sendo confirmado Saint Seya Omega é a continuação oficial da série clássica na time-line após o Next Dimension. Com excessão de Seya e Ikke cada um ficou com uma limitação e Shun chegou até mesmo a perder o seu Cosmo, Hyoga congelado e Shyriu ter perdido um de seus sentidos e tendo ficado impossibilitado de lutar. Ikke na Ilha da Rainha da Morte (que havia sido afundada para quem não se recorda no episódio 33 da série clássica se não me falha a memória) às vezes treinará Kouga assim como Defteros no Lost Canvas treinou Tenma. Lembrando a história do demônio da Ilha. O que não me convence, desculpe o Mestre Kurumada, é o fato da série clássica sempre ter tido um foco mais adulto. Uma outra ótica e agora passar a ter uma abordagem mais infantil no geral. Acho que se a parte Omega mantivesse a originalidade com um toque mais adulto atrairia muito mais a atenção de todos nós fãns de Seya e Cia. Falando em Lost Canvas pelo visto não existe notícias de uma continuação do anime. Outra coisa lamentável uma vez que o Lost Canvas tinha a sua característica própria. Ok. Confio no Mestre Kurumada agora só espero que Cavaleiros não venha a ser estragado com uma parte infantil assim como Dragon Ball GT que eu desconsidero. Assim como Goku e cia não precisavam de algo tão infantil, para Seya e cia acho o mesmo. Como já dito anteriormente e pedindo desculpas ao Mestre Akira Toryama, desconsidero totalmente a parte GT. Para mim, o final de Dragon Ball foi na parte Z após a luta contra Majin Buu. Ainda tenho receios em relação ao Saint Seya Omega, mas confio no Mestre Kurumada e vamos ver no que vai dar. E se caso a parte Omega venha a ser como a GT realmente de Goku, irei agir da mesma forma: desconsiderá-la e considerar o final sendo o Next Dimension. Quem sabe a parte Omega seja o prelúdio para a tão sonhada Saga de Zeus e tudo volte ao normal...
PS. Gostaria muito que o Lost Canvas viesse a ser completo e terminado assim como no mangá. (Segundo boateiros não terá mais continuação e como hoje em dia todos os boatos acabam virando realidade...) Teve as suas diferenças mas conseguiu gerar uma identidade própria e agradar vários fãns como eu por exemplo. Deve ser concluído nas telonas. E quem sabe se não for pedir demais a parte do Episódio G virar anime e as histórias dos cavaleiros de ouro do passado similares ao Episódio G também. Se não for pedir mais ainda o livro da Gigantomaquia sair pelo menos como um filme e a história solo do Hyoga ser um episódio especial. Aliás o feito pelos fãns está muito bom e não deve ser desmerecido, embora um original da própria Toei seria especial! Vamos ver no que vai dar o anime Omega... mas que não fiquei muito animado com ele, me desculpe o Mestre Kurumada, não fiquei. Acho que irá quebrar a identidade da série assim como Dragon Ball GT fez com Dragon Ball...
PS. Gostaria muito que o Lost Canvas viesse a ser completo e terminado assim como no mangá. (Segundo boateiros não terá mais continuação e como hoje em dia todos os boatos acabam virando realidade...) Teve as suas diferenças mas conseguiu gerar uma identidade própria e agradar vários fãns como eu por exemplo. Deve ser concluído nas telonas. E quem sabe se não for pedir demais a parte do Episódio G virar anime e as histórias dos cavaleiros de ouro do passado similares ao Episódio G também. Se não for pedir mais ainda o livro da Gigantomaquia sair pelo menos como um filme e a história solo do Hyoga ser um episódio especial. Aliás o feito pelos fãns está muito bom e não deve ser desmerecido, embora um original da própria Toei seria especial! Vamos ver no que vai dar o anime Omega... mas que não fiquei muito animado com ele, me desculpe o Mestre Kurumada, não fiquei. Acho que irá quebrar a identidade da série assim como Dragon Ball GT fez com Dragon Ball...
segunda-feira, 12 de março de 2012
Kinect Sports Season 2
Uau! Como todos sabem estou com um problema de saúde adquirido na empresa à qual eu trabalhava e ganhei o famoso "1.029"(Carta Demissional) só que no meu caso mesmo doente e com tal enfermidade adquirida pela empresa. Tenho várias crises e mesmo assim o INSS também não respeita igualzinho ao banco. Continuo escrevendo meus livros e fazendo análises de jogos para você leitor fiel. Você é a principal razão para eu continuar seguindo em frente. Meus livros ainda serão tão reconhecidos quanto os dos escritores que eu mais admiro: King, Strab, L.J.Smith, Olover Bowden, Tom Clancy`s, Alan Poe, Lovecraft e tantos outros. Kinect Sports é mais do que uma simples continuação, é um jogo brilhante com uma seleção formidável de esportes no geral, utiliza os avatares de forma hilária e ainda faz um bom uso da Live. Infelizmente o jogo mais fraquinho é o futebol americano que eu esperava ser o melhor. Até por que adoro futebol americano. Considero um esporte brilhante e sensacional. Mas aqui ficou tão simplificado que não coniderei muito realista e preciso quanto os outros jogos do pacote. Fato curioso é que Season 2 nasceu de uma pesquisa popular que tornou-se a seqüência do melhor jogo de esporte do Kinect. Inovou trazendo novos esportes a pedido da galera e todos os possuidores de um Kinect devem aproveitar. Vale destacar que diferente de alguns jogos criados para o Kinect ele realmente funciona. Os esportes dessa vez são um pouco mais complexos mas com ajustes efetuados para agradar ao público. Chega a ser impressionante os momentos em que o sensor identifica os seus dedos. As cores vibrantes merecem destaque e dão um clima, ar e toque certo para o título garantindo sofisticação e inovação como dito antes, memso sendo uma seqüência. Destaco o golfe pela sua precisão. Garantindo competições acirradas no multiplayer. O memso ocorre no esqui, inclinar-se para ganhar velocidade também deve ser destacado pois é perfeito. Os dardos também ganham uma precisão impressionante! Embora você saiba que é artificial a sensação de precisão ganha um toque muito realista. Como destaque final trago a opção online como mais um fator determinante. Jogar na Live é simpplezmente divertido demais, principalmente zoando os amigos com seu avatar após eles serem derrotados. Existe um sistema de pontuação que permite manter a competição mesmo quando eles estiverem desconectados. Mais um brilhante título da Rare. Leva um 9 só pela falta de trato com o futebol americano como deveria ter sido feita.
sábado, 10 de março de 2012
I am Alive
Infelizmente uma grande decpção. Após tantos e tantos comentários a respeito e de estar incluso em um Party House Brasileiro é lamentável que um jogo onde esperava-se tanto fosse tão ruim. Apesar da grandiosidade de idéias como a de um jogo de ação em terceira pessoa onde o personagem central é um dos poucos sobreviventes de um terremoto, a procura de munição, alimentos e o que mais for necessário para sobreviver. Um ano após o terremoto derrubar o país, fora criada uma nuvem de poeira tóxica que irá matá-lo caso você permaneça no local. O protagonista que você define o nome, deve voltar a Haventon. Essa metrópole é o único paradeiro conhecido de sua esposa e filha. Em torno de 4 a 5 horas, você terá de escalar, atirar e sobreviver. Embora o conceito seja legal, ainda mais pelo fato de procurar a esposa e filha, o protagonista passa apenas a buscar questões o que destrói todo o bom conceito. Você começa o jogo com uma arma e munição escassa, até aí tudo ainda corre bem e promete ser algo desafiador, mas acaba virando uma mancada. Se você não tiver munição, você pode puxar uma machete e os NPC`s irão levantar as mãos em sinal de rendição. Mas é só baixar a machete que virão feito loucos para cime de você novamente. Eles possuem medo da arma mas nada suficiente para fazer uma nota mental do que você possui. Enquanto se escala os edifícios, com uma arma na mão você pode chutá-los em fendas e para fora dos edifícios, mas vou antecipar, isso é tão mal acabado e feito que quebra totalmente o realismo. Outro defeito frustrante é quando você usa seu facão e o mesmo passa através dos personagens. Sem o menor impacto para as mortes. O ato de escalar torna-se uma parcela grandiosa no jogo. O protagonista possui uma barra de estamina que vai descendo enquanto ele corre ou escala. A pior parte são os controles e demora muito para se adquirir o arco (o que melhora um pouco o jogo). Nos finalmentes é um jogo que possui grandes idéias mas que não foram nada bem aproveitadas chegando a ser até frustrante. Nota final 2.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Rayman Origins
Hoje em dia, principalmente depois de Deus Ex, eu classifico os jogos que são lançados de duas formas: um jogo para passar o tempo e verdadeiras obras primas. E Rayman Origins encaixa-se perfeitamente nesse contexto de obra-prima. O mais legal de tudo é o fato de que foi feito pelo pai do personagem: Michel Ancel. Felizmente segue a linha dos primeiros jogos da série no saudoso PS1. É um jogo indicado para qualquer pessoa, até mesmo nossas vovozinhas vão se divertir muito se jogarem junto com seus netinhos. É um tipo de jogo que faz falta hoje em dia. Antigamente tínhamos tantos jogos como os do Mário e Donken Kong e um pouco depois para o PS1 veio Rayman. era muito divertido jogar Rayman no PS1, mais muito mesmo. É impecável e um exemplo a ser seguido por todas as outras empresas. Um jogo "simples" mais com um vasto e fantástico conteúdo. Isso é que é o melhor do jogo na minha opinião. Tudo é digno de aplausos desde a trilha sonora até a simpática, carismática e super animação. Os cenários com seus desafios um pouco elevados mais cativantes e motivadores para continuar seguindo em frente. Talvez tantas qualidades sejam em virtude do pai da série estar de volta. O Sr. Michel Ancel é um verdadeiro gênio! Prova disso são todos os trabalhos os quais ele participa. A sua criatividade é memorável. Qual a grande sacada? Inserir personagens carismáticos em cenários muito amplos e vivos, sendo como personagens à parte principalmente por seus caminhos diversos recheados de segredos. Lembra uma pintura em movimento que resulta em um jogo belíssimo com cores tão vivas que parecem outro personagem à parte. Adicione isso a animações muito, mais muito incríveis e temos uma obra-prima como dito antes. Tem um toque de RPG onde exige a repetição de fases algumas vezes. Basicamente existe os "Lumens" que são moedas e os Electoons que permitem acessar novas áreas. Os poderes são abertos devagarinho para poder curtir mais cada parte do jogo. Alguns podem reclamar disso por nem sempre ser possível explorar todo o estágio antes de ter todas as habilidades. Traduzindo: para adquirir mais Electoons, deve-se voltar sempre aos estágios iniciais após ganhar novas habilidades e movimentos para poder desfrutar de forma adequada e perfeita o jogo. Quem gosta de uma evolução linear pode não gostar disso. Mas você vai divertir-se e muito cada vez que adquirir novas habilidades e voltar aos estágios iniciais. Algo que eu achei muito bacana foi a possibilidade de se controlar um mosquito em determinado estágio. O pequeno mosquitinho é sensacional!!! Poderia ter um jogo só dele que iria render bons resultados. O simpático mosquitinho é muito engraçado e as suas caretas entre caras e bocas são surreais. O ritmo com ele é mais acelerado dando a possibilidade de jogadores mais habilidosos descansar um pouco. E são justamente esses momentos que trazem mais diversão ao jogo. É como se você depois de algumas horas soubesse claramente a identidade do jogo mas acaba sendo surpreendido por algo novo, que prenda sua atenção por ser tão divertido quanto a identidade original do jogo. Dá até vergonha e fica muito difícil reclamar de um fato em uma obra prima tão perfeita, mas voltando à parte de a vovó jogar com o netinho é justamente o modo coop, o qual não acrescenta nada no geral. Sozinho, com os amigos ou a vovó, as fases são idênticas com os mesmos enigmas e soluções. É uma obra prima que funciona perfeitamente com somente um jogador mesmo. Mas jogar com a vovó será estimulante para mostrar a simpática vovozinha que mesmo uma pessoa com muita experiência e com tantas e tantas coisas para ensinar-nos está viva para compartilhar bons momentos em família. Se as minhas estivessem entre nós, adoraria compartilhar bons momentos de diversão com elas jogando essa obra-prima. É um jogo super-indicado para isso por ter um visual espetacular, ser desafiador, possuir versões totalmente em português e com um sistema de progressão incrível. Para finalisar mais algumas coisas a serem comentadas: uma nova e incrível obra-prima do Sr. Michel Ancel que na minha opinião leva um 10 sem o menor esforço!!! Longa vida aos jogos bacanas!!! E parabéns ao Sr. Michel Ancel por mais uma obra-prima em seu currículo!!!
sexta-feira, 2 de março de 2012
Alan Wake`s American Nightmare Análise
Prezados leitores como dito na postagem anterior, estive muito mal de saúde em virtude de toda ansiedade pela audiência trabalhista que infelizmente não deu em nada. Espero eu que na próxima audiência seja feita realmente justiça. Mas vamos deixar esse caso para mais à frente. Por ora vamos a minha análise a respeito do jogo Alan Wake`s American Nightmare. Muitas perguntas não haviam sido respondidas pela Remedy quando essa fez o anúncio do jogo. Como por exemplo a mudança para o sudoeste americano, foco sendo mais na ação, e o jogo ser um DLC e não um "Alan Wake 2". Apesar disso podem comprar sem medo. Vale a pena cada Microsoft Point investido. É uma experiência muito bem trabalhada principalmente para jogar durante a madrugada e de preferência com fone de ouvido. A experiência acrescenta alguns pontos novos para Alan Wake e consegue demonstrar que um jogo de Terror Ação Psicológico pode funcionar e muito bem. existem algums problemas no entanto como uma história sedutora mais desordenada e sem o clima de suspense para dar aquele gostinho de horror como na identidade original da trama. Esse gostinho de suspense gerado pelo horror irá fazer falta para alguns fãns. Eu fui um que gostei do jogo mas senti a falta da identidade original da trama que focou-se mais na ação. Não é um Alan Wake 2 vale lembrar mais um spin-off como personagem. A trama traz Alan preso dentro de um roteiro para a zona oeste americana. Ele encontra-se em uma cidade para reescrever a realidade depois que a entidade sósia do mal Mr. Scratch dessencadeou uma série de tomadas psicopáticas possuindo os moradores pela sua presença malígna. A sensação da história como dito, é diferente da anterior, voltando para o vilão Mr. Scratch, as suas aparições serão menores no jogo. algu curioso é que nós nunca estamos tendo um entendimento claro do que leva Alan a escrever essa matéria. Parece que Alan ainda está a procura de sua esposa mas sem nunca mencionar como Alan acabou nesse pesadelo. Em questões gráficas não fica nada a desejar com relação ao original. Outra coisa interessante é que você pode ampliar o seu arsenal de armas recolhendo páginas de manuscritos. Também marcam presença novos vilões muito bem elaborados por sinal e que dão um clima fasciannte em todos os momentos de ação. Resumindo, no geral, é um jogo extremamente interessante apesar de suas poucas falhas como as que eu achei mais gritantes. Um bom tema, uma ação muito bem elaborada (embora quebrando o clima sombrio da identidade original da trama). Leva uma nota 8 no geral.