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terça-feira, 27 de março de 2012

Final Fantasy XIII-2 Análise

Que Final Fantasy XIII foi polêmico demias, isso foi. A sua linearidade absurda matou o jogo completamente. Agora a Gigante Square-Enix lança uma seqüência da polêmica história de Cocoon e Pulse. Apesar de parecer com o jogo anterior, nessa versão existem alguns ajustes. E quem reclamou do primeiro é super-indicado. No geral o seu antecessor foi um jogo bom mas teve as suas falhas gritantes. Para mim a principal delas foi a linearidade absurda que irritava. Outro problema que eu achei foi o número exagerado de personagens, para mim só a Light, Snow, Sera, Fang e Sazh estava ótimo. Haviam personagens demais e chegavam momentos em que não dava para acompanhar direito quem era quem. Felizmente o novo elenco é bem mais reduzido. Hope por exemplo, quando você começa a acostumar-se e a gostar dele acaba o foco nele. Para compensar a linearidade, fora criado um sistema chamado de História Crux o qual permite desbloquear novas áreas e períodos no tempo utilizando-se de artefatos espalhados pelo mundo do jogo. Com relação ao sistema de combate é praticamente o mesmo. Não vi mudanças grandiosas, somente um incremento ou encherto aqui e ali. Quanto aos inimigos aqui sim temos mudanças. É possível capturá-los e colocar para lutar ao seu lado (meio Pokemom isso mas tudo bem pois ficou divertido). Eles também "evoluem"  de forma independentes uns dos outros, pois é possível equipar até três deles em seu grupo e alternar entre um e outro. Mais você irá precisar aplicar materiais espelhados pelo mundo ou comprados em lojas. Conforme vão crescendo e evoluindo, eles aprendem habilidades que podem serem transferidas de um monstro para outro. Como Serah e Noel são os principais, o novo Crystarium também está mais flexível. Passa a impressão de que isso é uma novidade sem propósito, uma vez que utiliza-se apenas de um ou dois movimentos "maiores". Esse é o principal defeito em FFXIII-2 na minha opinião. A série sempre foi ambiciosa (lembrem das versões VII - o melhor jogo para mim até hoje ao lado de Metal Gear), As versões VIII, IX e X traziam carisma misturado com emoção e eram desafiadores e intimidadores ao mesmo tempo. Passa a impressão que a idéia foi somente consertar os erros da versão anterior, mais irei acrescentar mais um detalhe não acertado: a falta de liberdade novamente. É um bom jogo mais que se somente tinha a idéia de corrigir ou amenizar as falhas da versão anterior leva até uma nota 8, mais se queriam algo a mais, passou longe e a desejar. No finalmente leva o meu 8 por acreditar na primeira hipótese.

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