Páginas

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Starhawk - Prévia para análise

Caros leitores em breve estarei fazendo uma análise desse jogo. Não recebi o meu disco ainda mais assim que eu receber irei postar minha análise. Nota: Para quem adquiriu a nova versão de Twisted Metal lançada nesse ano, poderá jogar com o querido palhaçinho Sweet Tooth no modo multiplayer.
Curtam um pouquinho do jogo com um trailer:

Twisted Metal - Análise

O esperado retorno do nosso querido palhaçinho para esta geração enfim acaba. Após horas me divertindo com o novo jogo do Sweet Tooth. Principalmente no multiplayer online até agora ao lado de Max Payne 3 são os jogos do ano. Sim meu caro leitor. Em um ano onde foram poucos os jogos que conseguiram realmente chamar a atenção e merecer o devido respeito, sinceramente somente a "palhaçada" de nosso querido palhaçinho e Max Payne 3 foram jogos que até agora nesse ano mereceram o devido destaque. Com palhaços assassinos, motocicletas  com crânio, carro fúnebre que lança caixões explodindo, alguns podem destratar Twisted Metal à primeira vista. Fazer isso significa perder alguns dos mais divertidos jogos de competição, mais "ridícula", mas ridícula em termos de insanidade aparentemente, mas um jogo que você não só teraá a loucura de combate de carros, mas um equilíbrio com combates pensativos como os encontrados em de estratégia em tempo real. Como nas versões anteriores da série, Twisted Metal gira em torno de uma competição mortal com o mesmo nome. Gerido pelo enigmático Calypso, As Face-Doll`s e o melhor palhaçinho dos jogos da franquia: Sweet Tooth para entrar em uma competição com um único desejo: ganhar o oponente. Esta competição se desenrola em uma série de batalhas ao redor do mundo tendo carros equipados com armas de uso diabólicos.Mas este torneio em Twisted Metal é um pouco diferente. Cada um dos motoristas dementes pode trazer capangas para competir formando três gangues que travam uma verdadeira guerra em subúrbios e cidades também. Todos os três grupos (e um quarto grupo nos modos multiplayer) tem acesso a todos os veículos, ou seja, Sweet Tooth pode dirigir outros carros, além de seu caminhão de sorvete. Esta dinâmica de três partes divide a campanha single-player-se em três capítulos. Cada capítulo vem preenchido com uma dificuldade única, desafios super interessantes, e termina com um encontro final para um chefe diferente de acordo com o personagem escolhido. A grande questão que sai desta campanha single-player: por que usar cenas de ação ao vivo? Twisted Metal parece ótimo, desde os carros ultrajante para os ambientes enormes, de modo que os segmentos de ação ao vivo só perde para o primeiro título lançado. Concedidas, essas "cinematics" muito melhor, mas eles que intencionalmente (o jogador hardcore irá perceber) ficam fora lugar e - mais importante - elas contam histórias cheias de buracos. Mas essa é a grande sacada. Esses buracos são para gerar uma história no geral mais enigmática e amrrar a atenção do jogador.
Quando as batalhas começam, ficando atrás do volante também significa ficar por trás de um esquema de controle complicado para iniciantes na série levando um certo tempo para aprender. Mas para os mais hardcore, puras recompensas Twisted Metal gera e os jogadores, mesmo iniciantes na franquia, sendo pacientes o suficiente irão curtir e muito ao ponto de virar a madrugada com ela. O combate em Twisted Metal lembra a "old-school com sabor de arcade". Além dos próprios carros, todos com habilidades únicas e estatísticas, a riqueza de power-ups para cada mapa trazendo uma "alimentação" dos jogos tradicionais da série. Os Palhaços abrem fogo para a competição. Este "sabor da velha escola arcade" complementa a complexidade geral do Twisted Metal. Carros possuem diferentes classificações de velocidade, defesa, e a potência de suas armas especiais. Alguns carros têm habilidades bastante básicas, como armas mandado Morte em Cadeia especial. Outros, como a capacidade de Reaper Chainsaw, apresentam variações interessantes que requerem habilidade um pouco a mais, mas recompensam o esforço. Adicionar os sempre úteis power-ups espalhados é a fórmula certa para todo o carro ter uma chance, assumindo que o motorista tenha a habilidade certa criando uma estratégia para ganhar a matar. De fato, grande parte da diversão em Twisted Metal vem da variação do arsenal bélico. Fora as armas excêntricas e letais especiais, o padrão dos power-ups têm potencial destrutivo tremendo. De mísseis para minas remotas, muito irado esses altos e baixos de poder destruir no mesmo instante. Alguns requerem cuidados especiais, incluindo o rifle sniper que tem um longo "tempo de lock-on", mas premia um objetivo constante, com uma morte instantânea. A explosão de congelamento, escudo, e as técnicas de minas, como já citadas, também retornam. A única pequena falha são as recargas ao longo do tempo. Estas técnicas fornecem a cada carro um conjunto extra de habilidades que atendam as necessidades ofensivas e defensivas. A campanha single-player demora em torno de um dia de dedicação para completar, se não menos. A maioria da experiência vem do multiplayer. Split-screen e suporte LAN juntam a "suíte online", e essas opções locais fazem uma diversão instantânea. Após o apelo inicial de "tanto caos" desaparecer, a estratégia aliada ao arsenal bélico geram um excelente título para esse ano. Principalmente para os que são fãns da série. Ganhar experiência competindo online também te dá prêmios especiais em partidas com ranking, como desbloquear novos carros, armas brancas, e até mesmo pacotes de pele. Jogando o suficiente, você ainda pode ganhar técnicas para aumentar a destruição em campo.Quando se trata de Twisted Metal, reclamações raramente surgem. Como mencionado acima, os controles requerem alguma "intimidade" porque Twisted Metal propõe diferentes modos cheios de ação.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saint Seya Omega 21 - O Vale das Lamentações - O Voo do Cisne Hyoga resgata Kouga

Pelo visto e Graças à Deus a fase Omega esta tomando um curso certo. Seria lamentável que Saint Seya tivesse uma fase Dragon Ball GT. A fase Omega estava quase caindo a tal ponto mas do episódio 20 em diante parece ter engrenado de vez e seguindo o curso certo como todos nós fãns do melhor anime de todos os tempos poderia querer. No episódio 21 vemos Kouga lamentando-se e tendo pena de si mesmo. Enraivecido e dando-se por vencido acaba em desespero total socando o solo onde fora derrotado por Eden de Orion. Yuna (nesse episódio vemos a importância de uma mulher forte para tomar o rumo certo das coisas e ajudar um homem) leva Kouga para um lugar conhecido como Vale das Lamentações. Conta para Kouga que foi nesse local que ela venceu seu medo e adquiriu sua armadura. Começa a bater em Kouga sem parar levando-o para dentro de tal lugar. Enquanto Kouga continuava a lamentar-se sobre a perda de Ária. Yuna conta para Kouga que Ária também é importante para ela. Que a considera sua amiga. Kouga adentra então no local. Torre de Babel. Marte retorna de Marte (não é trocadilho é isso mesmo literalmente) e Eden junto a sua irmã Sônia apresentam-se para Eden dar o relatório da batalha. Sônia conta que Eden venceu com facilidade e resgatou Ária. Eden resolve pedir para seu pai que Ária pudesse ficar livre. Marte envolve o local com seu gigantesco cosmos negro e segura nos ombros de seu filho dizendo que a sua fraqueza é ser gentil demais. Fato que merece destaque é Eden lembrar-se de sua infância e escalando a torre onde a pequenina Ária ficara trancafiada. Revela-se que Eden que havia presenteado Ária quando pequena com um brinco. (Creio que esse brinco possa ser o "brasão" da Luz uma vez que Ária possui tal elemento e não houve em momento algum uma ruína da luz - o que faria todo sentido.) Voltando para o Vale das Lamentações, Kouga começa a ver sombras. Primeiro uma de Ária e logo depois de Marte. Despenca de vez. Ao acordar encontra um homem (muito conhecido por sinal) e começam a conversar. O homem em determinado momento indaga Kouga se realmente não era possível que ele resgatasse a pessoa que procurava, revelando em seguida que a dele ele não poderia resgatar dando a entender para Kouga por ela estar morta. Mas uma pessoa viva pode ser resgatada. Kouga começa a enfurecer-se com tal homem que tira seu manto de esquimó. Nosso querido Cisne Hyoga aparece. A batalha entre os dois começa. Por sinal Hyoga lembrou seu Mestre Camus de Aquário guiando Kouga para o caminho certo. Hyoga eleva seu cosmos e Kouga percebe que o homem que estava diante dele é um Cavaleiro. Hyoga diz que para Kouga vencer teria de queimar seu cosmos ao ponto de igualar-se ao dele. Hyoga dispara o Pó de Diamante e ia congelando Kouga em um esquife de gelo assim como Camus fez com ele. Ária sente a luta e seu cosmos entra em resonância com o de Kouga fazendo-o elevar o seu. Kouga eleva-se e quebra o esquife. Voando em seguida conforme Hyoga o ordenara e informando que seus amigos estavam esperando por ele. Kouga encontra-se com Yuna novamente que esperou por ele durante todo esse tempo. Kouga promete resgatar Ária de qualquer forma e derrotar Eden. Enquanto isso Ária pede para Eden levá-la até a ruína do Trovão. O episódio termina de forma bombástica e com gostinho de quero mais e muito mais. Espero que continue assim e engrene de vez... 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Saint Seya Omega Episódio 20

Simplesmente o melhor episódio da fase Omega que estava virando um Dragon Ball GT. Nele temos o príncipe Éden de Órion relembrando a sua infância. Éden vai a um local ainda pequeno e lá encontra seu pai Marte. Marte pede para que ele proteja tudo e todos que ele ama. Afirmando em seguida que Éden seria o novo Governante da Terra. De repente ele é interrompido por uma criada informando da derrota de sua irmã Sônia de Vespa. Sônia guarda consigo a armadura do Cruzeiro do Sul pertencente a Kazuma pai de Souma de Leão menor. Sônia pede para Éden não partir, mais esse afirma que era chegada a hora e iria assim mesmo. Sônia relembra um fato no passado que provavelmente teria se passado após a vitória dela contra Kazuma de Cruzeiro do Sul. Enquanto isso, Kouga, Yuna e Ária seguem para a ruína do trovão. A última ruína?! Uma pergunta paira no ar a partir desse ponto: Não existiria uma ruína da Luz? Somente Kouga não ganharia um "brasão da Luz?" Não entendi isso, mas vamos continuar. O trio chega a uma terra sem vida. Ária tenta sozinha devolver a vida ao local gerando uma espécie de Aurora Boreal. Nesse instante um cosmo gigantesco surge no local sendo enviado de outro (algo que lembra nossos Saudosos Saga de Gêmeos e Shaka de Virgem) de atacar com seus cosmos a distância. O cosmo era do príncipe Éden. Kouga vai atrás desse cosmos deixando Yuna e Ária sozinhas. Éden vence facilmente Yuna. Fato curioso também é Éden mostrar interesse em proteger Yuna. Como sendo um dos seus entes queridos como na infância mostrada no início do episódio. Kouga ataca Éden mas este livra-se facilmente de seu ataque. E o ataca com um poder incrível. Nesse interrim pergunta se o cosmos de Kouga era capz de defender Athena. Kouga levanta-se e ataca Éden como Seya atacou Radamanthis na Saga de Hades, levando Éden longe consigo. Éden novamente ataca. Kouga fica caído e Ária resolve voltar para sua antiga vida indo com Éden para proteger Kouga e Yuna. Esse definitivamente, para mim, foi o melhor episódio até agora. Um episódio como no ritmo que estamos acostumados em Cavaleiros. Tomara que continue assim e engrene de vez e não seja um fiasco como estava sendo lembrando Dragon Ball GT.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Saint Seya Omega 19

Prezados leitores um episódio o qual mais uma vez está aproximando Saint Seya Omega de Dragon Ball GT infelizmente. Kouga, Yuna e Ária chegam aos Cinco Picos de Rozan na China onde deparam-se com Haruto. Este conta que Ryuho já encontrava-se em Rozan. Falando em Ryuho este decide ir sozinho para a ruína da água, entretanto abre caminho pela violenta cachoeira da Presa do Dragão local onde encontrava-se a ruína. Um misterioso homem chega caminha entre a floresta de Rozan. Um homem bem parecido com Hyoga, no entanto seu nome é outro. Mais adiante contarei. Kouga e cia. sentem um enorme e tranqüilo cosmos que pensam ser de Ryuho. Haruto explica que esse cosmos não era de Ryuho e sim de seu pai nosso querido Shiryu. Kouga e os demais chegam até Shiryu e o vem meditando como o velho Mestre Ancião Dohko de Libra. Quando Shiryu diminui seu cosmos aparece Shunrei ao seu lado. Shunrei explica que seu filho havia ido sozinho para a ruína da água. Ryuho chega ao local e encontra o Cavaleiro de Prata Mirfak de Perseu. A luta entre os dois começa. Ryuho aparenta estar em desvantagem em duas situações: combater contra uma armadura de prata e "um elemento que neutraliza o seu". Mirfak conta da luta que seu antepassado teve contra Shiryu. Ryuho sabia da história por que Shun havia contado para ele. Kouga e cia chegam e são transformados em pedra ao olharem para o escudo da medusa. Mirfak aplica um golpe em Ryuho que o derruba. Mirfak ia levar Ária consigo. Ryuho levanta-se e entende o porquê dos cosmos de Kouga e os demais ter se tornado mais forte: proteger Ária. Levanta-se mais uma vez e transforma a água em uma espécie de lança que perfura a barreira de pedra e faz uma pequena fissura no escudo da Medusa. Ryuho ataca com o Cólera do Dragão e derrota Mirfak de Perseu. Parecia não haver um meio de abrir uma passagem para o núcleo da ruína até que Shiryu envia a armadura de Libra para seu filho. Ryuho usa a espada de Libra e abre a passagem. Junto com Ária pegam o "brazão da água". Nesse momento aparece o homem misterioso que estava na floresta: seu nome é Genbu. Afirma que a armadura de libra o havia escolhido!? Esse é o ponto mais polêmico do episódio. Shiryu havia herdado a armadura de seu mestre assim como Hyoga a de Aquário e Seya a de Sagitário. Mas no episódio passa a impressão de que Shiryu somente estava guradando a armadura de Libra. Fato totalmente decepcionante. Agora só falta Hyoga também perder a armadura de Aquário herdada de seu Mestre Camus e a armadura escolher outro cavaleiro para proteger. A questão mais polêmica é: Por que Seya foi o único que ficou com a armadura de Sagitário sem ninguém vir tomá-la? Genbu após pegar a armadura de Libra sente o Cosmos de Shiryu e conta que a sua missão era somente pegar a armadura. Desafia Ryuho a vir tomá-la dele, algo parecido como Máscara da Morte antes da Clássica Saga das 12 Casas. É está cada vez mais polêmico e com fatos desagradáveis...

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Max Paine 3

Caros leitores, como havia dito em postagens anteriores os jogos até agora nesse ano estão um pouco fraquinhos. Silent Hill Downpour eu adorei jogar pela madrugada adentro e ainda mais em 3D, só que apesar do jogo ter sido um jogão de ação, perdeu a sua originalidade daí recebendo uma nota baixa por parte de outros. considerando um jogo de ação leva um 10, mas se analizarmos pela originalidade da série, acaba levando um 5 no máximo. Entenda: Nos primeiros 3 jogos da série era considerado o melhor jogo de horror. O primeiro então do saudoso PS1 perdi as contas de quantas vezes eu joguei. Antes passava uma sensação de medo onde você só tinha uma lanterna cotovelo, uma neblina macabra e quando entrava no mundo dos pesadelos uma imensa escuridão de quebra. Em Downpour o jogo é praticamente pura ação. Somente procurando todos os enigmas é que pode ficar um pouco mais pesado para alguns embora o foco ainda concentra-se na ação. O mais interessante é que a neblina tendo sido retirada e o som da chuva (chove o tempo todo e quanto mais intensa for a tempestade mais inimigos aparecem.) é como um calmante. Onde principalmente nos dias frios desse ano era muito agradável de jogar. Lollipop Chainsaw era um jogo onde sinceramente eu esperava que iria curtir. Mas em no máximo 2 dias terminei o jogo por completo. E o achei bobo demais para meu gosto. Street Fighter vs Tekken não foi mal, leva um 8 na minha opinião embora se considerarmos a mancada da Capcom de pagar por algo já pago escondido no disco foi cruel demais. Soul Calibur 5 leva um 7 mais enjoa rápido após desbloquear tudo. Mas vamos a Max Paine 3 que até agora ao lado de Twisted metal (o mais recente), Hyperdimension Neptunia mk2 e o do desenho Phineas e Ferb foram os jogos do ano para mim. Sem mais delongas Max Paine 3: Nove anos se passaram desde o último jogo da série, mas pouco mudou para seu protagonista sofredor, que continua profundamente traumatizado pela morte de sua esposa e filho. "Trauma" é a palavra chave - em grego, significa "ferida", e Max é alguém que nunca deixou a sua cicatrizar completamente. Para seguir em frente seria esquecer - uma traição daqueles que ele amava - e assim em vez disso ele escolhe a lembar e mexer no passado e a dor, com a ajuda de licor de castanha e comprimidos brancos. Mas, felizmente, Max Payne 3 não se contenta em simplesmente reviver o passado, e faz ousadas decisões estilísticas e narrativa para evitar a estagnação. E embora essas escolhas têm conseqüências significativas sobre a estimulação do jogo que pode revelar-se divisionista, Max Payne 3 é em geral um brilhante, cativante passeio darkly-terceiro para um dos personagens de video games dos mais problemáticos. Aparentemente, Max Payne 3 é muito diferente dos seus antecessores. Os prédios em ruínas e calçadas escuras de Nova York foram substituídos por casas noturnas hedonistas e calor de cozimento de São Paulo, onde Max tomou um emprego de segurança privada para o rico empresário Rodrigo Branco. Sem surpresa, as coisas não dão certo para Max: A esposa de Rodrigo, Fabiana, é seqüestrada e põe em movimento uma cadeia de eventos que atrai Max para uma história muito maior e mais sinistra.A mudança de local é sublinhada por uma série de efeitos cinematográficos: linhas de varredura, a aberração cromática, deslocando película. Inicialmente, tudo parece um pouco demais, muito barulhento e perturbador, mas depois de um tempo você se aclimatar e se torna parte da textura distintiva do jogo. Mas não é apenas elegante brilho - tudo como no jogo, ele se alimenta na caracterização de Max, enfatizando sua desconexão cansado do mundo em torno dele. Apesar de trocar as sombras para o sol, a série não perdeu sua herança. A narrativa não-linear, o elenco de personagens suspeitos, um enredo torcida por engano e corrupção - que é tudo presente e correto. Se você não é fã do gênero ficção, você pode encontrar o elenco de apoio genérico, o enredo um pouco frágil, mas há uma diferença marcante entre a utilização de personagens arquetípicos, porque você está gasto criativamente e deliberadamente batendo em uma rica tradição. Max Payne 3 é o último - é um jogo que é totalmente alfabetizado no gênero de que se esforça para ser uma parte, e julgado de acordo com esses termos é uma das melhores execuções de noir jogo até à data. E em nenhum lugar isto é melhor exemplificada do que no desempenho de James McCaffrey de destaque como Max Payne. É áspera e amarga, como seria de esperar - ele oferece sem esforço Chandlerlisms muitos do script com cinismo insensível - mas é também uma volta surpreendentemente sutil. Ao longo do jogo, você nunca tem certeza se busca Payne para a absolvição, tentando salvar a mulher de outro homem, ou se ele está realmente em uma missão suicida prolongada, tentando abraçar sua própria destruição. Não é que o jogo Max Payne 3 é inferior - longe disso - mas é sempre firmemente a serviço de sua narrativa abrangente. Conseqüêntemente, o jogo é fortemente marcado por cenas - algumas breves, algumas bastante longas. E é fácil ver como a sua freqüência pode revelar-se demasiado intrusivo, alguns jogadores podem sentir que o controle está sendo tirado muito cedo ou recebemos de volta um pouco tarde demais. Em última análise, é um trade-off, e se você comparar-se em situação de Max, cenas tornam-se cativante, e é a alegria de vê-los sangrar sem problemas para a ação furiosa. A jogabilidade é simples, mas requintado. Embora haja uma variedade de armas distintas no jogo, você só pode carregar duas armas de lado e uma arma de duas mãos a qualquer momento. E se você optar por exercer dupla, você é forçado a deixar cair a maior arma, potencialmente mais poderosa. Ele mantém as coisas simples e organizada. Assinatura de Max momento de flexão se move - bullet time e Atirar Dodge - retorno, e são fáceis de pegar e mestre. O jogo totalmente destrutíveis ambientes realmente intensificar combates - de ver o ar ao seu redor lentamente tecida com balas em espiral, vidro quebrado, e fumaça de papel picado é realmente emocionante. São mecânica simples, mas uma vez que você dominou combiná-los, a ação e destruição você pode orquestrar é de tirar o fôlego. É um pouco decepcionante para um jogo que investe tão pesadamente no desenvolvimento de seu protagonista não refletir isso no nível de jogabilidade: Max não tem novas habilidades disponíveis para ele que não estão lá desde o início. Mas a inclusão de um sistema de saúde não-regenerador faz um ótimo trabalho de forçá-lo a jogar como um homem desesperado na beira. Você não pode esconder-se covardemente atrás de um pilar esperando por você para recuperar sua saúde - não vai, e o pilar irá desmoronar. Max Payne 3 é assumidamente violento. Na verdade, ele permanece sobre a violência, mas não de uma forma ou de mau gosto sensacional. Sim, ele se concentra em algumas das suas manifestações mais viscerais - ferimentos de bala esfarrapadas, carne carbonizada, membros desmembrados -, mas também olha para as causas invisíveis que estão por trás desses atos de violência. Ela toca na disparidade entre ricos e pobres, e como o ressentimento e desespero podem apodrecer nas favelas e nas coberturas iguais. Isto não é apenas abordado na história principal, mas também em pedaços agradáveis ​​de narrativa incidental recuperado em pistas espalhadas sobre os ambientes meticulosamente trabalhada. Um defeito: a câmera mata o jogo - outro defeito do jogo: muitos floreios visuais - segue a bala final da pistola de Max ao seu objetivo, mas nunca sublima a violência. Embora você vai matar centenas de pessoas em Max Payne 3, continua a ser um negócio terrível por toda parte. No entanto, a ação é um show à parte especialmente quando comparado com, digamos, as alcaparras espetaculares recentes de Nathan Drake. Mas isso não é necessariamente uma coisa ruim. A diferença de execução é talvez melhor explicado através de uma comparação. Em Uncharted 3: Drake Deception, há uma cena bem conhecida em que Sully e Drake devem escapar de um castelo francês antes de queimar até o chão. É emocionante e adrenalina de indução, mas ele realmente não serve ao propósito muito em termos de narrativa do jogo. É apenas mais um dos muitos impressionantes lances de Uncharted 3. Uma cena semelhante ocorre em Max Payne 3, um prédio está em chamas e Max deve escapar, antes que ele seja incinerado. Mas esta não é apenas olho-doce ou espetáculo chamativo. É certo que é menos emocionante do que cena equivalente em Uncharted, mas também é uma cena de maior significado. Max encontrou-se no seu mais baixo  habitat, um ambiente parecido com o inferno rapidamente - o significado metafórico de que não se perde em Max. Isto é, quando o jogo está mais forte - quando o personagem, jogabilidade e narrativa maravilhosamente todos como fusíveis e engrenagens peerfeitamente sinérgicas em termos de interação. Para os viciados em adrenalina - luxúria que, após as explosões maiores e ardentemente, mais extravagantes cenários que desafiam a morte - o conjunto de peças em Max Payne 3 pode parecer um pouco tranqüilo. (Dizendo isso, você ainda consegue disparar mísseis fora do ar em slow-motion, enquanto pendurado em um helicóptero.) Mas é um jogo que está mais preocupado em fazer seus espetáculos significar algo dentro dos limites de sua história. Para um jogo da Rockstar também há evidente falta de liberdade em Max Payne 3. É fácil imaginar como favelas de São Paulo poderiam ter sido realizadas como uma espécie de labirinto indigentes, com Max desorientado perdido no meio de suas vielas em ruínas, mas o jogo sempre lhe oferece um caminho bem definido. Nunca há qualquer dúvida de onde ir ou a quem atirar, já que você sempre pode sentir o toque espectral de um lado autoral empurrá-lo para a frente, em direção ao posto seguinte, a cena seguinte. Ocasionalmente, a promessa de liberdade está pendurada na frente do jogador - quando Max está equipado com uma arma silenciada, você se pergunta se as seções podem ser resolvidas com uma abordagem mais furtiva - mas nunca é muito antes de os excrementos colidirem com a turbina industrial. A história single-player dura cerca de 10-12 horas. Max Payne 3 tem uma variedade de modos Arcade - a partir de desafios com pontuação para acelerar e corridas para mantê-lo ocupado quando você terminar a história principal. Em New York Minute, você está encarregado de jogar através da campanha com um relógio de contagem regressiva de cinco minutos acima de sua cabeça. A premissa é simples: matar caras para ganhar tempo. É como Time Crisis, e muito divertido, mas é improvável que você vai jogar como o jogo todo de novo e exclusivamente neste modo. Ainda assim, é boa maneira de provar as peças-chave da narrativa de novo, especialmente se você é parcial a um estado de ansiedade constante. O multiplayer, que é a verdadeira surpresa, no entanto. É um alegre pandemônio. Gang Wars, em particular, tenta algo bastante ambicioso, tentando tecer uma narrativa em que normalmente é um modo de jogador-determinado. Você vai jogar quatro rodadas, com objectivos diferentes que alteram dependendo do que acontece em cada um deles: de reivindicar território para desarmar bombas para assassinar um líder selecionado aleatoriamente da gangue adversária. Esta acumula uma vantagem de ir para a quinta e última rodada, que sempre toma a forma de um death match all-out. Explosões, que funcionam como regalias, são centrais para este modo, e conferem vantagens para os membros de sua tripulação, de aumentar o calibre das suas armas para induzir paranóia na equipe adversária, fazendo amistosos aparecem como inimigos. Gang Wars tem altas aspirações, e não é inteiramente bem sucedida - não é deixado com lembranças duradouras destas vinhetas, nem se sente como se eles realmente estão preenchendo lacunas na narrativa do jogo uma vez que Max saiu Stage Left perseguido por um encapuzado bandido. Mas isso realmente não importa, já que a jogabilidade em si é divertida e implacável, dando aos jogadores uma sensação de liberdade ausente da campanha single-player. Também é louvável ver um desenvolvedor tentando inovar no espaço de multiplayer, ao invés de simplesmente requentar os pilares. Multijogador Max Payne definitivamente não é uma reflexão tardia, e certamente vai premiar os jogadores com meses de jogatina. Veredito Final: Há muitos jogos que são comemorados pela sua jogabilidade, mas nada falta em forma de história ou personagem. Max Payne 3 é um tipo diferente de proposição. A jogabilidade é simples, mas satisfatória, mas é inteiramente a serviço de uma narrativa forte. Os jogadores não estão na liberdade para vagar, para explorar, ou para agitar as coisas. Alguns podem achar isso também de controle, mas em troca de sua liberdade, você é recompensado com um pedaço em um gênero maduro que é também um estudo de personagem finamente realizado. Jogos de ação como Max Payne 3 continuam o ideal para levar um 11, por vezes em detrimento de sua integridade narrativa. Max Payne 3, no entanto, tem a convicção de deixar reinar a ação levando-o com um único propósito - o espetáculo brilhante de um jogo de ação!!!
 

Saint Seya Omega 18

Caros leitores, venho trazer o resumo do episódio 18 de Saint Seya Omega. Até que enfim um episódio em que Kouga não tenha derrotado o oponente e sim outro membro do grupo: Souma de Leão Menor. O grupo chega na cidade natal de Souma, local este próximo da ruína do fogo. Souma é bem popular na cidade e todos gostam muito dele. Durante a noite Souma vai até o túmulo de seu pai: Kamuza de Cruzeiro do Sul. Chega Kouga e Souma demosntra que o que ele mais queria proteger era sua cidade natal. Enquanto isso Na Ruína do Fogo devido aos inúmeros fracassos dos Cavaleiros de Prata, Sônia de Vespa aguardava Souma. Por ele ser o único a manipular o elemento do fogo, Sônia achava que os outros não poderiam adentrar a Ruína. De fato, somente Souma pelo seu elemento ser o fogo, poderia destruir o núcleo da Ruína. Daí o plano diabólico de Sônia. A batalha foi muito equilibrada e a ruína dava poder a Souma. Não apenas a Ruína mas sua determinação em vingança devido a morte de seu pai pelas mãos daquela mulher. Souma era ódio puro contra Sônia e lutava de igual para igual. No entanto essa era a intenção da amazona de Vespa, fazê-lo sentir cada vez mais ódio ao ponto de encurralá-lo em uma armadilha. Kouga e Yuna juntam suas técnicas e abrem caminho chegando até Souma fazendo-o voltar a si. Souma agora recuperado pela razão e não dominado pelo ódio, derrota a amazona. A seguir decide separar-se do grupo indo em uma jornada contra aquela. Na minha opinião foi um bom episódio no geral da série Omega, embora considerando a série Clássica e o Lost Canvas, um episódio fraquinho no geral. Segundo um grupo de amigos que moram no Japão, o episódio 19 é extremamente decepcionante, já o assisti e tenho que concordar mais comentar-lo-ei em uma próxima postagem com um pequeno resumo como venho fazendo. Apesar da aparição de Shiryu e ShunRei como um casal. Um fato desse episódio o torna muito decepcionante: um tal de Gembu vestir a armadura de Libra herdada por Shiryu do Mestre Âncião. Irei assistí-lo mais umas duas vezes para poder fazer um resumo detalhado.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Saint Seya Omega Episódio 17

Mais um episódio fraquinho infelizmente. Kouga e cia. encontram Raki a discípula do nosso querido Kiki ex-aluno do Cavaleiro de Ouro Mú de Áries. Não foi revelado se Kiki herdou a Armadura de Ouro de Áries. Mas sinceramente espero que sim. Kiki tornou-se o único restaurador de armaduras existente no mundo. Sua pupila Raki procurava o lendário pó de estrelas. (O mesmo que Mú usou na série clássica para restaurar primeiramente as Armaduras de Pégasus e Dragão na fase dos Cavaleiros Negros e posteriormente na travessia das 12 Casas.) Enquanto a pequenina Raki fazia a sua busca, esbarra com o grupo de Kouga. Acaba juntando-se ao grupo e seguindo para um local criado secretamente por Kiki contendo o lendário mineral. Sendo uma caverna com estoque do mesmo. Enquanto isso, aparece o Cavaleiro o Cavaleiro de Prata de Cérberos. Achei interessante a sua técnica de multiplicação em três, assim como o lendário Cão de Guarda do Inferno. Fato curioso também é que diferente de Dante (o da era atual que lutou inicialmente com Ikki e tendo sido derrotado no final por Shun, após este e Hyoga voltarem do penhasco para quem não se recorda.) Acontece que assim como no Lost Canvas o Cavaleiro de Prata de Cérberos Dante, utilizava-se de uma corrente. O da fase Omega não utilizava correntes, mas sim uma técnica diferente citada acima de dividir-se em três até no mesmo corpo. O problema é que mais uma vez somente Kouga derrota o oponente. Os outros não conseguem fazer nada diante do oponente. Parece incrível mas realmente somente em raras exceções os outros conseguem derrotar um oponente. Praticamente todos são derrotados somente pelo Kouga. Já está virando monotonia. Mas no final temos uma visão recompensadora: a aparição de Kiki. Segundo a comunidade virtual, os próximos episódios irão melhorar. Assim espero. Confiamos no Mestre Kurumada e apesar de ainda estar achando a fase Omega muito fraca, imitando até Digimon em alguns aspectos (brasões da Terra, do Vento etc.). Caso continue nesse ritmo Dragon Ball GT, é melhor que termine logo essa fase e continue de onde parou, ou seja, Next Dimension e a continuação do Lost Canvas em anime. Sou fã do Mestre Kurumada, mas que esta fase Omega está deixando muito a desejar, isso está. Episódio como o 16 nem ao menos deveriam existir.