Sras., Srs., venho
analisando o jogo em referência faz tempo. Tenho lido e ouvido muito sobre Ryse
para poder finalmente postar tal análise do mesmo e ratificar a sensação de que
o Título está sendo Injustiçado pelas notas recebidas. Até agora na 8ª geração
de jogos como títulos exclusivos de destaque pode-se perceber: Dead Rising 3, Forza, Ryse Son Of Rome,
Infamous Second Son e só. Os demais
são multiplataforma ou ainda podem melhorar. Com uma geração voltada para
campanhas cada vez mais curtas e sem desafios para o Hardcore, tem-se tentado
cada vez mais descer jogos Multiplayer Online goela abaixo sem o principal em
um jogo: CAMPANHA. Na época do saudoso
PS1 consolidaram-se jogos desafiadores e com notáveis campanhas. Alguns
destaques: METAL GEAR (meu favorito), Final Fantasy VII e VIII, Tomb Raider,
Resident Evil, Silent Hill, Fear Effect, Dino Crisis, Parasite Eve, Gran
Turismo, Twisted Metal, Spyro, Crash Bandicoot, Rayman entre os principais. Campanhas
saudosas e desafiadoras, independente do tamanho em horas. Lembro de chegar do
trabalho, ligar o aparelho e divertir-me até dormir ou ver o futebol. PES e
FIFA foram tão orgásmicos quanto os mencionados anteriormente. Tirando as
Microtransações de Ryse, a história é uma CAMPANHA de FATO. Quão saudosos são
jogos como Final Fight, Capitão Comando, Cadilac Dinossauro, Street of Rage,
Tartaruga Ninja (antigos com a dupla Roackstead e Beebop) e outros nostálgicos.
As Campanhas mesmo curtas e sem muitos personagens variáveis eram notáveis
assim como Ryse. É um jogo ÉPICO. Cada
finalização, TUDO. Exploração de
segredos como pergaminhos, vistas e demais. O Multiplayer, alguns não entenderam
que pode ser doloroso sozinho, com amigos é Multiplayer como algo a mais para
simplesmente “zuar” mesmo com tudo. “Formação”. “Levantar Escudos Homens.” “Atirar
Pinos/Lanças”. E cada soldado com as palavras através do Kinect, seguir o
Comando somando forças para avançar na Campanha cada vez mais esquecida foi
MUITO gratificante. Gosto cada um tem o seu. Gostei. O toque a Lá Gladiador, o
Coliseu Romano, os VILÕES, tudo imersivo. O final, para os mais Antropólogos, com o devido gostinho de quero mais. Essa
é a realidade. Cumpriu o seu papel de Campanha. As Microtransações presentes nesta Geração assim como o Multiplayer e DLC`s forçados como MAPAS vindo da 7ª Geração (diferentemente de
Borderlands, Bioshock, Assassin`s Creed, Dead Rising 3, agora na 8ª que apresentam Conteúdo Extra de Fato ao invés
de Mapas) onde um esforça-se para conseguir e outro compra com dinheiro é
cruel. Mas tem gente que gosta. Olha o gosto voltando ai. Leva minha Nota 08
somente pelos que EU considero defeitos desta geração: Microtransações, tamanho Armazenagem em disco, demora instalação, Multiplayer Forçado e DLC`s como os de MAPAS é que deve mudar logo para não comprometer a 8ª Geração. Adicional:
The Last of Us foi um jogão, mas ser relançado de cara para PS4 fica
preocupante... se pelo menos tivesse saído mais para o final do ano como Assassin`s
Creed IV Black Flag (SHOW de Jogo), Lego Marvel, Call of Dutty Ghosts e
Battlefield 4 embora os dois últimos não tenham campanhas notáveis, é só Déjà
Vú para ocupar espaço... a ótica seria outra. Ryse sobressai-se considerando a
Fantástica Nostalgia. Ainda está começando, irá levar pelo menos uns dois anos
para a 8ª Geração vir de fato a firmar-se...

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