Prezado leitor, começo agora a postar trechos de meu 1º livro Kevin Karter & a Ordem de Taraka. Peço sua colaboração dizendo o que acha da história. Críticas, elogios, sugestões e recomendações de lendas urbanas que possam serem utilizadas. Lembrando que esse livro encontra-se devidamente registrado.
Capítulo 1: Luz e Sombras
Lembro como se fosse ontem. Tudo começou como qualquer dia normal de minha vida. Estava assistindo televisão normalmente para poder ir dormir. Um hábito muito comum que eu tenho é assistir televisão, ler um bom livro de terror ou ouvir músicas de minha cantora favorita Giovanna Rosa, antes disso. Contudo algo me chamou a atenção, um repentino anúncio de um eclipse. Bom, com quase trinta de vida já assisti e presenciei vários, só que o anúncio deste me chamou a atenção mais do que o normal. Já fazia uma semana e cinco dias que estava sonhando com um eclipse e coisas muito estranhas e sinistras acontecendo como uma espécie de premonição. Não com muita frequência, mais volta e meia tenho umas dessas “visões” que muitas vezes me salvam ou são como um aviso de algo bom ou mau que vá acontecer. Por exemplo: eu trabalhava em banco e algumas vezes havia visões de algo que chamamos de diferença em caixa, ou seja, sobras ou faltas que quando ocorriam tinha que se pagar do bolso. Com muitas dessas visões conseguia evitar isso. Em uma ocasião tive uma visão de um assalto que veio a ocorrer no dia seguinte durante o expediente. Foi uma das mais fortes e nítidas dessas visões. Quanto mais nítidas elas eram, mais certo de acontecer. Voltando a história do assalto, eu havia sonhado e visto claramente os criminosos entrarem um a um separados e dois irem para as filas. Uma de cada andar, enquanto os outros dois ficavam ao telefone celular também um em cada andar. Nessa época eu trabalhava no setor de balcão onde atrás havia uma porta e uma sala que davam acesso ao banheiro. Devido a essa visão tão perfeita eu decidi deixar essa porta um pouco aberta. Por volta dos treze horas, eles entraram e posicionaram-se exatamente como eu sonhara. Então quando o maior deles chegou ao caixa do andar de cima, colocou na bancada do caixa uma bolsa preta e pronunciou as seguintes palavras: “quero todo mundo quietinho para que ninguém venha a se machucar”. Daí, abaixei-me e caminhei engatinhando até o banheiro. Nesse exato momento senti uma presença diferente, era como algo divino que ao contrário de assustar, me dava muita vontade de lutar, só que eu não podia fazer nada pois alguém poderia sair machucado e eu não queria isso. Daí, subi na parte da parede baixa onde podia ficar pendurado no teto. E fora o que eu fiz. Subi a parede menor onde pude alcançar o teto.
Continua...
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