quinta-feira, 19 de abril de 2012
Haunt
Que os jogos de Kinect são bem infantis isso é inegável. em uma obra como Mass Effect não da para aproveitar da forma devida e sinceramente é melhor jogar normalmente pelo controle para tirar o máximo de proveito do jogo. Forza 4 também teve a sua parte de Kinect mas ainda assim é algo a parte nada para o jogo principal. No PS3 com o Move temos Ninja Gaiden 3 que é de impressionar, assim como Socom 4, Resident Evil 5, Time Crisis, Dead Space e tantos outros hardcore que surpreendem de tão perfeitos. Os jogos do Kinect ainda tem muito a evoluir. Rise of Nightmares que parecia ser agradável, depois de seu lançamento, uma decepção total os controles não funcionam nem ajoelhado no milho. Péssimo na minha opinião. Voltando ao jogo em questão, Haunt é um jogo, mais para um brinquedo de mansão mal-assombrada. Falando em Rise of Nightmares aqui a coisa funciona diferente do primeiro. O problema é que haunt é mais um jogo infantil, cômico e nada aterrorizante. E bem curto por sinal. quando você decide criar um jogo de horror o ideal a ser feito é surpreender sua carcterística mantendo um clima sombrio aliado a uma boa história que prenda a atenção e mexa com o psicológico do telespectador para garantir a audiência e inserir o telespectador no clima. Só que aqui o jogo não é de horror e sim cômico. Apesar disso Haunt se sobressai pela variedade e bom uso do Kinect. Basta apontar para a direção que deseja e marchar no lugar para seguir em frente. A variedade de armadilhas como em qualquer mansão mal-assombrada funcionam bem e dão um jeitão legal ao jogo. Rapidamente você se vê inserido no clima e os combates são diversificados com cada tipo de fantasma sendo afetado por determinado movimento. Pena mesmo que em torno de duas a três horas jogo terminado. mas mesmo assim leva um 8.
Street Fighter Vs Tekken
Caros leitores já comentei em algumas reportagens sobre alguns fatos desse jogo. Vou para a última análise desse jogo podem ter certeza. A minha análise definitiva. Vamos a um pequeno resumo breve: É um jogo de luta que mistura os personagens de Street Fighter e Tekken lembrando e muito Street Fighter IV só que em termos de acessibilidade muito melhor e vamos ser sinceros ficou um jogão. Quando parecia que a era dos jogos de luta havia chegado ao fim, felizmente essa geração está mostrando o contrário. Entre os anos 90 e 2000 uma chuva de clássicos memoráveis. Incluindo crossovers como X-men vs Street Fighter, Capcom vs SNK, Guilty Gear como os melhores destaques para mim. E um sonho muito distante tornou-se realidade. Street Fighter vs Tekken e vamos falar a verdade apesar dos vacilos da Capcom é um jogão que lembra os velhos tempos de clássicos de fliperama com fichinhas ou raspadinhas. O jogo ficou 100% a cargo da Capcom, assim como Tekken x Street Fighter ficará a cargo da Namco. Os fundamentos aparecem com um ritmo um pouco mais lento que os jogos de outras empresas como The King Of Fighters. Só não ouse pensar que esse é um Street Fighter IV com personagens de Tekken pois não é, Aqui temos a inclusão de muitos sistemas de jogos nunca antes utilizados. A pergunta principal é: Como ficaram os lutadores de Tekken? Quer a verdade nada a dever para os de Street Fighter. Ao invés de terem adaptado todos os jogadores da série da Namco houve uma junção de características das duas séries sem deixar de lado suas origens vitais. Os personagens de Tekken possuem o dobro dos golpes do pessoal de Street Fighter. E em sua maioria de seqüências simples de serem realizados. Os golpes mais fortes viraram movimentos especiais e com comandos no estilo Hadouken. A Capcom soube adaptar a turma de Tekken muito bem isso é um mérito inegável. O sistema de luta é que torna o jogo excelente. Existe também o sistema de gemas que podem determinar uma luta logo no início dependendo de seu rival. No geral são o elemento principal no excelente sistema de luta. Os modos de jogos são poucos mais utilizam bem a estrutura do sistema de lutas. O único problema é a parte online que dependendo da velocidade de conecção da outra pessoa pode ser irritante. Acho que em geral só precisa melhorar o modo online, de resto está perfeito. E como era de se esperar mais sacanagens da Capcom infelizmente. Doze personagens extras virão na versão de PS Vita. O grande problema é que hackeadores de plantão após mexerem no código do jogo, descobriram que esses 12 personagens já encontram-se disponíveis nos discos. O que revolta é que a Capcom está vendendo o jogo com os personagens e teremos de pagar para podermos liberá-los no disco. Segundo vídeos de hackeadores até mesmo os personagens exclusivos de PS3 como Mega-Man e Pac-Man encontram-se no disco do Xbox360. Simplesmente teremos de pagar por algo já comprado, curto e grosso dessa forma. Mais uma vacilada da Capcom. A desculpa da empresa é que colocando o conteúdo extra no disco, evita-se a incompatibilidade entre os jogadores além dos downloads ficarem menores. O fato é que os personagens não serão liberados sem grana adicional. Isso é que foi cruel, pagar novamente por algo o qual você pagou. vacilo muito feio mesmo. O ideal era a Capcom repensar e liberar os personagens gratuitamente. Isso sim seria justo.
Diablo 3
Bom não sei se para PS3 também haverá uma versão. Mas para Xbox360 já está confirmado. Depois de 12 anos o terceiro capítulo. Para quem não conhece a série ela veio para PC´s no mesmo em que Doom, Herect, Wolfenstein (para mim o único na nova geração que continua vivo de fato ao lado de Warcraft), Duke Nukem (que foi decepcionante), Warcraft e agora teremos o terceiro episódio e como já dito para Xbox360 também muito provavelmente segundo a Blizzard. Diablo é um jogo original de seu gênero. Você explora calabouços e coleciona itens. Um jogo um pouco recente chamado Torchlight lembra e muito Diablo. Borderlands também possui uma grande inspiração. Todos são criados com a mesma fórmula: combate estratégico, elevar o personagem, adquirindo novos poderes e adquirindo toneladas de itens. Diablo possui algo que seus "imitadores" tentaramm e não conseguiram: Calabouços aleatórios. Na versão beta de PC nota-se que houve uma revolução geral na forma como você adquire e usa seus poderes. Você rapidamente consegue um arsenal formidável com um poder novo a cada nível. Mas com a limitação de escolher e utilizar somente alguns de cada vez. Ideal para consoles. As cinco classes possuem nomes familiares como o Barbarian. Existem também personagens novos como Witch Doctor com ataques mentais. depois de Warcraft que também é da Blizzard podemos esperar um jogão para entreter-nos durante horas.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Saint Seya Omega análise do terceiro episódio
É caros leitores, realmente esse novo anime de Saint Seya está decepcionando e muito. O primeiro episódio foi muito bacana, isso é inegável e só. O segundo como eu havia dito em matéria anterior deu uma enfraquecida drástica mas veio coisa pior. No terceiro para mim, perdoe-me Grande Mestre Kurumada mais a coisa desandou de vez. Caros leitores que também são fãns da série clássica como eu, tenho certeza que após assistirem ao terceiro episódio do Omega irão sentir-se indignados. Como meu caro leitor e amigo pessoal Raphael disse após assitir: "foi tão forçado e degradante para a série clássica que da vontade de nem assistir mais." As mudanças estão muito drásticas. Marin era a amazona de águia e a tal de Yuna Áquila que o mesmo que águia. Se deu para tirar algo de bom nisso, foi ela libertar-se de sua máscara e seguir seu coração. Apesar de contrariar a regra das amazonas, mas foi o único ponto positivo do episódio, tudo bem que a fora-da-lei Yuna não está mais usando máscara, mas segue o seu coração isso é o no tocante da série clássica teve seu valor e só. De resto uma mudança drástica como dito anteriormente na Saga Clássica que ao meu ponto de ver está como sendo refeita, utilizando-se dos nossos queridos personagens e colocando-os inutilizados. O enredo então está descendo para um ponto degradante. Outra coisa que não dá nem ao menos para mascar é a alteração de que todos conhecíamos de que cada Cavaleiro nascia com a sua constelação e os dourados eram reencaranções de seus antepassados ou pessoas já predestinadas a virarem cavaleiros. E no Omega é como se os Cavaleiros pudessem serem promovidos (perdendo assim sua constelação de nascimento) e ganhando outra. Isso foi um absurdo imascável. Lembrando que um cavaleiro mesmo de bronze pode chegar ao nível de um Deus basta para isso queimar e elevar o cosmo de seu coração. Mas sua constelação sempre continuava a mesma. Lembram de Orpheu na saga de Hades? Era um cavaleiro de prata mas tão forte quanto um cavaleiro de ouro. Ou de Hakurei de Altar do Lost Canvas que era tão forte e não ficava nada a dever para um cavaleiro de ouro. Muito pelo contrário lutou de igual para igual ao lado de seu irmão Sage. Outro fato marcante foi o de Geki de Urso perder a sua posição de cavaleiro e armadura sem ter morrido e virar professor da escola Palaestra. Fiquei muito sentido com esse fato. O Geki era um cavaleiro de bronze e perdeu a sua armadura e posto de cavaleiro. E conforme passa a entender pelo anime por seguir o seu coração. Detestei esse episódio. Detestei mesmo e quando pensei que não iria piorar nas cenas do próximo aparece o filho de Shiryu - Ryuho e como de propósito Pégasus vs Dragão novamente no quarto episódio! Sinceramente está começando a ser um Dragon Ball GT de cavaleiros e nos andares e rumos que estão indo talvez possa ser algo pior. Sinceramente estou quase desistindo de assistir. Algo que me surpreeendeu também foi o diretor da escola ser um velho misterioso lembrando um pouco Mitsumassa Kido de cabelos longos. Em uma análise geral decepcionante para os fãns do clássico. Volto a dizer depois do quarto episódio muito provavelmente eu irei parar de assistir. Se Ryuho vier a ter a sua armadura de Dragão, mais precisamente punho e escudos destruídos e salvo pelo Kouga de Pégasus tendo seu coração atingido por trás paro de assistir!!! Para mim chega pois está ficando revoltante, forçado e sem graça.
Só para terminar: Saga era o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos, matou Shion, tomou seu lugar e adotou o nome de Ares. O novo vilão Marte é também um grande Mestre Cavaleiro de ouro traidor (Ophiuchus? Shina não é a amazona dessa constelação?) E outra coisa o cavaleiro de ouro traidor assim como Saga usou o nome de Ares o Deus da Guerra na Mitologia Grega, agora surge um Marte como grande Mestre cavaleiro de ouro traidor? Marte era o equivalente a Ares só que na Mitologia Italiana. Um povo que estava dominando outro não podia deixar os nomes de suas divindades os mesmos por isso foram alterados. Primeiro um Mestre Ares, agora Mestre Marte? É... continuando assim acho que não apenas eu mais vários fãns do clássico irão parar de assitir para não terem a decepção de ver um Dragon Ball GT ou do jeito que está indo algo pior para os nossos lendários heróis de infância como Seya e os demais. É lamentável, lamentável mesmo...
Só para terminar: Saga era o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos, matou Shion, tomou seu lugar e adotou o nome de Ares. O novo vilão Marte é também um grande Mestre Cavaleiro de ouro traidor (Ophiuchus? Shina não é a amazona dessa constelação?) E outra coisa o cavaleiro de ouro traidor assim como Saga usou o nome de Ares o Deus da Guerra na Mitologia Grega, agora surge um Marte como grande Mestre cavaleiro de ouro traidor? Marte era o equivalente a Ares só que na Mitologia Italiana. Um povo que estava dominando outro não podia deixar os nomes de suas divindades os mesmos por isso foram alterados. Primeiro um Mestre Ares, agora Mestre Marte? É... continuando assim acho que não apenas eu mais vários fãns do clássico irão parar de assitir para não terem a decepção de ver um Dragon Ball GT ou do jeito que está indo algo pior para os nossos lendários heróis de infância como Seya e os demais. É lamentável, lamentável mesmo...
domingo, 15 de abril de 2012
Mass Effect 3
É o primeiro foi um jogão, o segundo também o terceiro de fato é um ótimo jogo mas os finais (sim caro leitor você não leu errado dependendo da pontuação adquirida você pode ter até 3 finais, sendo que com as devidas pontuações três finais possíveis irão variar. Vamos primeiro a uma análise do jogo em sí. É com certeza tão bom quanto Halo em termos de simulador de catástrofes espaciais. Seria perfeito um filme de ficção científica a respeito e é indispensável para quem acompanhou Sheppard até o momento. Vamos lá... Mass Effect ao meu ponto de vista é um jogo imemorável devido as suas ações trazerem conseqüências para toda a galáxia. E essas conseqüências de seus atos geram conseqüências em que as vezes quando você acha que tudo está tranqüilo é aí em que você se engana. Em Mass Effect 2 o sentimento de que tudo pode ir para o esgoto com um simples erro é cruel. E detalhe a qualquer minuto. Em Mass Effect 3 sua mentalidade a cada instante é que os Reapears podem vencer. E com isso fim do universo. No entanto, o seu roteiro é fantástico! Os diálogos estão muito mais realistas; cada pedacinho lembra um filme, deram mais variedade ao jogo e eliminaram as missões tensas tipo Dead Space (uma pena na minha opinião). Nas 35 horas do jogo você terá missões que vão te fazer suar e ficar com a retaguarda apertadinha, a vai. Mas o marasmo é algo que você não vai encontrar por aqui. A variedade e quantidade do arsenal bélico também impressiona e ainda não o deixa ficar sobrecarregado para testar tudo. Dá para fazê-lo numa boa pois tudo é feito no ritmo certo para que se consiga aproveitar ao máximo o que o jogo oferece. Outro destaque vai para as cenas de destruição dos Reapears que são simplesmente fantásticas e dão um toque certo na trama. Essas cenas vão ecoar em sua cabeça e imergí-lo na história ao ponto de você sentir todo o peso que Sheppard tem de carregar em suas costas. Todos dependem do cara para tudo e sem contar o fato de que seus aliados possuem mais ódio deles mesmos que dos Reapers. E foi jutamente isso que me deixou mais entristecido com os finais. Entenda os finais: No final 1: Escolha o caminho da esquerda e Sheppard irá tentar controlar os Reapears; Final 2: Siga pela direita e Shepard vai destruir os Reapers e toda a raça sintética; Final 3: Vá pelo caminho do meio e Shepard sacrifica-se pela paz galáctica (Obs.: apenas se a condição Essective Military Strenght estiver acima de 2.800 pontos). Eles apresentam cenas extras que ilustram o fim da guerra. Dependendo do valor da informação Effective Military Strenght você terá os seguintes complementos:
Até 1.750 pontos: a Terra é destruída não importando o final escolhido;
De 1.751 até 2.050: Reapers são destruídos mais a sua equipe morre;
De 2.051 até 2.350: Shepard transforma-se em Reaper e sua equipe sobrevive (final 1);
De 2.351 até 2.650: Os Reapers são destruídos, a Terra é devastada e a equipe sobrevive (final 2);
De 2.651 até 2.800: Reapers são destruídos, a Terra é salva e a equipe sobrevive (finais 1 e 2);
De 2.801 até 4.000: Shepard une as raças orgânicas e sintéticas (final 3), salva a Terra e a equipe sobrevive (finais 1 e 2) e Shepard somente sobrevive se Anderson for salvo (final 2);
De 4.001 até 5.000 ou mais: Os Reapers são destruídos, a Terra é salva, Shepard e sua equipe sobrevivem (final 2)
Na primeira vez em que finalizei o jogo peguei justamente o final 3 e detestei. Após tantos e tantos sacrifícios e tudo realizado desde o primeiro jogo acho que o ideal seria o final 2 com 5.000 pontos ou mais direto. Confesso que quase esmaguei o disco após a primeira vez em que detonei o jogo. Muitos fãns reclamaram e mandaram até um abaixo assinado para a BioWare pedindo alterações no final. Para mim depois de tantos e tantos feitos volto a dizer o melhor final e que deveria ser o único seria o final 2 com 5.000 pontos ou mais. do contrário foi uma excelente trilogia mais com a maioria dos finais um lixo na minha oponião embora o jogo leve uma nota 9. Se o final oficial fosse o que eu acabei de dizer levaria um 10 sem fazer a menor força.
Até 1.750 pontos: a Terra é destruída não importando o final escolhido;
De 1.751 até 2.050: Reapers são destruídos mais a sua equipe morre;
De 2.051 até 2.350: Shepard transforma-se em Reaper e sua equipe sobrevive (final 1);
De 2.351 até 2.650: Os Reapers são destruídos, a Terra é devastada e a equipe sobrevive (final 2);
De 2.651 até 2.800: Reapers são destruídos, a Terra é salva e a equipe sobrevive (finais 1 e 2);
De 2.801 até 4.000: Shepard une as raças orgânicas e sintéticas (final 3), salva a Terra e a equipe sobrevive (finais 1 e 2) e Shepard somente sobrevive se Anderson for salvo (final 2);
De 4.001 até 5.000 ou mais: Os Reapers são destruídos, a Terra é salva, Shepard e sua equipe sobrevivem (final 2)
Na primeira vez em que finalizei o jogo peguei justamente o final 3 e detestei. Após tantos e tantos sacrifícios e tudo realizado desde o primeiro jogo acho que o ideal seria o final 2 com 5.000 pontos ou mais direto. Confesso que quase esmaguei o disco após a primeira vez em que detonei o jogo. Muitos fãns reclamaram e mandaram até um abaixo assinado para a BioWare pedindo alterações no final. Para mim depois de tantos e tantos feitos volto a dizer o melhor final e que deveria ser o único seria o final 2 com 5.000 pontos ou mais. do contrário foi uma excelente trilogia mais com a maioria dos finais um lixo na minha oponião embora o jogo leve uma nota 9. Se o final oficial fosse o que eu acabei de dizer levaria um 10 sem fazer a menor força.
Saint Seya Omega análise segundo episódio
Bom, o primeiro episódio foi bom, isso é inegável. Assisti umas cinco vezes o segundo para poder realizar essa análise. No segundo nota-se que não é ruim, possui realmente ação, mas é muito vago no sentido do que aconteceu e uma pergunta paira no ar. Por que as armaduras que desde a antiguidade possuíam as Pandora`s Box não as possuem mais e sim vem através de pedras com elementos sendo invocadas de suas constelações respectivas. Mas o que mais me intrigou foi: E as Kamuis? Com relação a todo o conteúdo já visto até hoje, creio que para uma armadura virar Kamui ela deve estar em um local relativo aos deuses como nos Elíseos por exemplo ou como por exemplo quando Tenma esteve na dimensão dos sonhos contra Morpheus a armadura de Pégasus virou Kamui por que naquela parte dos sonhos é relativa as divindades como deixou claro nas entrelinhas no mangá e nos episódios. Assim como nos Templos Demoníacos que era um local especial para Hades no Céu. Ao assistir o segundo episódio, e considerando de onde parou, sem alguma explicação pelo ademais, creio que talvez todas as armaduras tenham sido realmente destruídas e na falta de pessoas para connsertá-las vamos considerar o fato que Mú e Shion morreram e tiveram suas almas aprisionadas conforme o filme Prólogo do Céu, Kiki possa ter se tornado o cavaleiros de ouro de Áries mais Marte derrotou todos os cavaleiros de ouro com excessão de Seya conforme dito no primeiro episódio e assim sendo, provavelmente a Deusa Athena através dos elementos (postos nessa parte nova) tenha criado a partir dos cristais uma forma de chamar pela constelação as armaduras. É apenas uma teoria minha mais devido os fatos apresentados não creio que esteja errada. Algo que explicaria que com um cristal desses a armadura de ouro de Sagitário venha a partir da constelação e a antiga ainda esteja destruída nos Campos Elíseos. Nesse segundo episódio mostra que Shina protegeu Kouga do ataque de Marte e acabou sendo ferida. Tatsume cuida dela a partir de então. Kouga conhece Souma de Leão Menor (substituindo o Ban no clássico). Souma virou um cavaleiro por motivos pessoais. Uma mulher tipo o guerreiro que Kouga e Souma enfrentam, matou seus pais. Souma explica mais sobre o Cosmos para Kouga e que as armaduras precisam de Cosmos para poderem desenvolver-se. Quando o inimigo enviado por Marte aprisiona Kouga e Souma em um campo de escuridão, é revelado que Kouga possui o elemento da luz e assim que este libera seu Kosmos de luz o campo é desfeito e Souma derrota o oponente que foge mas é morto por um misterioso cavaleiro que creio ser o Eden de Orion. Souma e Kouga seguem para Palaestra a escola fundada pela Deusa Athena para os Cavaleiros. Não está um anime ruim mais perdeu totalmente a originalidade de Saint Seya. Não é um anime ruim embora a originalidade como dito foi para o espaço. E depois desse segundo episódio volto a ter receios de que no final possa ser o Dragon Ball GT de Cavaleiros.
domingo, 8 de abril de 2012
Saint Seya Omega análise primeiro episódio
Olá prezados leitores, assisti ao primeiro episódio do Saint Seya Omega e se continuar da forma que foi o primeiro episódio, temos que dar Graças a Deus por não ser um Dragon Ball GT de Cavaleiros. A qualidade gráfica está impressionante, os traços que muitos reclamaram eu particularmente gostei muito. Gostei muito também de Seya lutando agora oficialmente como o cavaleiro de ouro de Sagitário. O foco pode ser para um público mais infantil, mas só vi ação do início ao fim. Pelo menos o primeiro episódio calou minha boca. Eu como fã conservador que sempre gostei da temática mais adulta (principalmente com os pesadelos que Ikke aplicava em seus oponentes) para falar a verdade essa temática "infantil" não foi decepcionante. Muito pelo contrário continuando dessa forma recomendo a todos os fãns da série clássica assistirem, embora não tenha realmente a temática mais adulta não faltou ação. Não faltou mesmo. Ainda é cedo para dizer mais a respeito. No entanto, se continuar no mesmo nível está pelo menos para mim aprovado!!! Tomara que realmente continue dessa forma e não venha a ser um Dragon Ball GT de Cavaleiros. Por enquanto tem a minha aprovação. Vamos ver daqui para frente se continua dessa forma, caso sim tem o meu total apoio para que continue, embora sinto falta da abordagem mais adulta que desde o mangá clássico incluía cenas fortes para alguns (novamente principalmente com os pesadelos que Ikke colocava em seus oponentes) mas que tornaram Saint Seya no melhor anime de todos os tempos. Dragon Ball (principalmente o Z foi excelente), Yu-Yu Hakusho, Death Note e Basilisk também foram animes os quais eu curti muito também. Mais Saint Seya sempre será o melhor!!!
Feliz Páscoa Caros Leitores
Prezados leitores, desculpem a ausência de postagens nesses dias mais minha saúde como a maioria dos senhores não está das melhores depois da covardia e desumanidade que o Banco Bradesco fez para comigo. Para quem não sabe fui demitido estando doente, doença esta adquirida em pleno exercício de minhas atividades trabalhistas para com eles. Agradeço o apoio de todos os leitores que estão sendo a minha motivação para continuar e seguir em frente. creio que em breve teremos a marca de 2 mil visualizações. Devo aos senhores leitores que estão tornando esse blog tão popular. Muito obrigado por tudo, principalmente todo apoio e carinho para comigo!!! Agradeço do fundo de meu coração por toda a força e carinho recebidos. Novamente muito obrigado e uma feliz Páscoa para todos. A Páscoa é um dos momentos mais importantes do ano. Momento em que lembrambos o sacrifício que o Senhor Jesus Cristo fez para nos salvar. Toda a dor que Ele sentiu por nós. Só tenho que agradecer a Ele a aos senhores leitores por toda a força para continuar vivendo!!!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
The Darkness II
Sou muito suspeito para falar de Jackie Estacado ou melhor The Darkness. Adoro as suas histórias em quadrinhos. Considero dos heróis em quadrinhos ao lado do Spawn, Batman, Witchblade, Homem-Aranha, Wolverine, Capitão América e Super Homem os melhores heróis dos quadrinhos. Nessa aventura Jackie está perdido entre alucinações e o mundo real contra novos inimigos para resolver velhas pendências. Para quem não sabe Jackie era um assassino da família mafiosa Franchetti que após um incidente onde quase perdeu a sua vida adquiriu poderes sombrios. A Escuridão toma posse de seu corpo aos 21 anos e o proíbe de fazer o que mais gosta: Sexo. Jackie tornou-se quase invencível devido aos poderes da escuridão, pode controlar demônios e curar qualquer ferimento desde que na escuridão e não na luz. Em troca teve que ver a escuridão matar a mulher amada e quase enlouquecer. Dois anos passaram-se e Jackie tornou-se o Don (líder da família). Conseguiu controlar a escuridão e utilizá-la a seu favor até... sofrer um atentado em um restaurante e começar uma guerra contra criminosos. Para complicar uma "irmandade" está querendo apoderar-se de seus poderes e a sua mulher amada surge em alucinações que fazem duvidar se a sua vida não é uma ilusão. Neste título a grande atração é o foco na ação e na liberdade de combate. Além de poder utilizar-se de armas diferentes pode utilizar-se de seus tentáculos que são a verdadeira arma que engloba ataque e defesa em um só. Podem arrancar portas de carros para por exemplo atacar oponentes. Existe um verdadeiro arsenal de objetos mortais: botijões, serras, pedaços de cano. Sem contar que os tentáculos podem morder enrolar-se feito uma serpente e desmembrar os inimigos. Na escuridão é possível utilizar-se de seus pequenos diabinhos e utilizá-lo das melhores formas possíveis. Fato que nessa versão eu não gostei é que no primeiro jogo podíamos controlar 4 classes desses diabinhos, nesse jogo somente uma. As personalidades diferenciadas dos diabinhos fizeram falta nessa versão, sem contar que era engraçado procurar roupas para eles. Incluindo bonezinhos. Com relação às habilidades existem 38 diferentes para serem compradas com pontos. No jogo anterior era necessário usar um metrô para transitar pelas cidades/fases, agora outro fato que eu não gostei é que tudo é linear. Você só terá de preocupar-se com a luz, combater e destruir lâmpadas e geradores escondidos. O modo história é muito fácil e curto, mas fica divertido com o modo Vendetta onde pode-se jogar sozinho ou em até quatro pessoas (online ou offline) e cumpre missões que completam a história central. devido a essas pequenas falhas leva uma nota 8.
Assinar:
Postagens (Atom)