quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Alan Wake`s American Nightmare Prévia
Se teve um título novo nesta geração que eu curti nas madrugadas de insônia, este foi Alan Wake. O jogo lembra muito as ambientações de livros de meu escritor favorito Stephn King. Li praticamente todos os seus romances e sem sombra de dúvidas é o melhor escritor de horror ao lado de Peter Streb. Tão bom quanto foram Bram Stoker ou H.P. Lovecraft. A movimentação dos personagens sombrios literalmente lembra o espetacular "A Hora do Vampiro". Lembro-me de quando eu li esse livro pela primeira vez. Na época, como era menino, identifiquei-me muito com o menino caçador de vampiros Mark, o personagem mais forte da história. Mas voltando ao jogo, o que eu achei mais interessante era a "arma". Uma lanterna. Era a forma de ataque e defesa principal. Haviam partes em que eram acionados geradores para "exorcizar a sombrazada". Ah o farol! Eram divertidos os ataques como em Poltergeist. Logo no início do jogo quando vinha um enorme tornado nesse "sentido Poltergeist" foi muito emocionante. Uma adrenalina só. Algo digno de um Triller de ação Psicológica. A Remedy caprichou. No final enfrenta-se esse mesmo tornado e descobre-se tudo. Valeu a pena esperar o tempo. Agora surge o anúncio de Alan Wake`s American Nightmare e não teremos somente a lanterna (ainda bem que ela prevalece, iria fazer muita falta e retirar o clima caso fosse retirada), foi adicionada também uma "pistola de pregos". American Nightmare será lançado em breve na Live da Microsoft. O clima será de um homem que matou a sua esposa (era evidente após o final, desculpe caso tenha sido spoiler para alguém), O vilão do primeiro jogo, Mr. Scratch, toma a imagem de Alan para cometer atrocidades com a pobre esposa do escrito (outro fato interessante nessa parte era que as páginas de manuscrito eram encontradas para prever o futuro. No jogo arcade, sai o clima do Mestre King e entra um cenário de filme B. Os inimigos mudaram também, agora conforme os trailes e outras divulgações, as sombras fracionan-se cada vez que são atingidas pela luz da lanterna dando a oportunidade de atacar seres mais fortes ou um bando de fraquinhos. Foram adicionadas também uma Uzi, uma escopeta e uma besta. Fico imaginando como será divertigo jogar com uma besta em um jogo de Alan Wake caso a Remedy tivesse mantido o clima do Mestre King. Acho que beiraria a fronteira do estrordinário. Uma utra alteração é que antes possuía mais história, até mesmo devido ao clima de jogo, agora a jogabilidade é centralizada mais de forma combativa trazendo os fãs de shooters ao lembrar um clima mais FEAR. Acho bacana, mas na minha opinião, a origem do tipão de jogo voltado para um cenário do Mestre King era a principal característica que marcou o primeiro jogo e eu queria que fosse mantida por ter sido como uma identidade para o primeiro jogo e os adicionais lançados via DLC como The Writer e The Signal. Voltando aos manuscritos, agora serão mais condições ou desafios lembrando um pouquinho Castlevânia Lord of Shadow para reforçar o clima de exploração. Outro fato interessante é o modo Dead by Dawn que lembra Infamous Festival of Blood. Como será um jogo arcade tem tudo para ser um sucesso as novas idéias, mas volto a dizer para mim é que o clima, ou indo de forma mais profunda o cenário voltado para os romances do Mestre King é a identidade da série e deveria de ser mantida. Só podemos esperar e torcer para que seja um sucesso e que pedir humildemente para a Remedy voltar as origens baseadas no Mestre King.
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