O que você faria se fosse um robô. Não um pedaço de lata, mas com aparência humana. Tipo os de exterminador do futuro. Agora vamos piorar um pouco, você tem certeza que é de carne e osso mas foi programado para pensar assim. É um homem de lata mas não sabe. Em Binary Domain você vive em Tóquio no ano de 2080. Guia um sargento chamado Dan Marshall e seu pelotão pelas ruas da cidade até se infiltrar na corporação do homem que está por trás dessa tecnologia avançada. Claro que nesse interim você atira em inúmeros robôs pelo caminho. Isso é que é a graça do jogo. Atirar e ver os robôs sendo despedaçados onde você acerta os tiros. Cabeça, pernas, braços, corpo, tudo no geral. O chato é e que às vezes quebra o clima é pilotar um jet-ski ou deslizar por um prédio (a mecânica é bem fraquinha nessas partes.) O tiroteio é baseado em um sistema de cobertura, você pode dar ordens para sua equipe a qualquer momento, manter posição ou atirar e avançar.Um headset ajuda e reconhece palavras em inglês. Mas também pode escolher as falar pelos botôes de controle mesmo. Quanto aos personagens secundários você escolhe seus dois aliados, mas não se preocupe pois como mágica outros aparecem depois. Existe uma barra de confiança que mede o grau de relacionamento com a sua equipe, provocando mudanças no enredo e nos finais do jogo. O que é um pouco fácil com relação a isso é concordar com o que eles falam. Não importa o que seja feito a recepção será positiva. Francamente acho que poderiam ter aproveitado e ido mais fundo nessa idéia. A história não fica só no dilema homem vs máquina e possui reviravoltas interessantes. Ponto fraco também para mim é que quem não compreende inglês muito bem e sem a legendagem em português, muita gente vai se perder para entender o enredo complexo. Nota 7 na minha opinião.
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