quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Seis dias de Escuridão???




Seis dias de Escuridão são realmente possíveis?


Somente se a profecia Bíblica ocorrer, pois cientificamente seis dias de escuridão na Terra é algo impossível. Tempestades solares NÃO causam poeira e sim gases os quais mesmo que atingissem a Terra, não iriam escurecer o céu. Além disso o campo magnético da Terra impediria como uma barreira que a mesma fosse atingida e levantasse poeira do solo terrestre para bloquear a luz. Além disso, essa poeira teria de se libertar da gravitação solar precisando de uma velocidade de 618 km/s. Resumindo, fica tranquilo porque é IMPOSSÍVEL CIENTIFICAMENTE!!!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

CARRY ON WAYWARD SON (Kansas) Harp Twins, Camille and Kennerly


Em um país tão sem cultura como o nosso Brasil, felizmente com a Internet, ainda é possível ver grandes talentos pelo mundo. Segue a letra completa da "Supernatural" canção do Kansas neste vídeo de Camille and Kennerly!!!

Carry On My Wayward Son
Chorus
Carry on my wayward son
There'll be peace when you are done
Lay your weary head to rest
Don't you cry no more

Once I rose above the noise and confusion
Just to get a glimpse beyond this illusion
I was soaring ever higher, but I flew too high
Though my eyes could see I still was a blind man
Though my mind could think I still was a mad man
I hear the voices when I'm dreamin', I can hear them say

Chorus
Carry on my wayward son
there'll be peace when you are done
Lay your weary head to rest
don't you cry no more

Masquerading as a man with a reason
My charade is the event of the season
And if I claim to be a wise man, it surely means that I don't know
On a storm sea of moving emotion
Tossed about I'm like a ship on the ocean
I set a course for winds of fortune, but I hear the voices say

Chorus
Carry on my wayward son
there'll be peace when you are done
Lay your weary head to rest
don't you cry no more

Carry on, you will always remember
Carry on, nothing equals the splendor
Now your life's no longer empty
Surely heaven waits for you

Chorus
Carry on my wayward son
there'll be peace when you are done
Lay your weary head to rest
don't you cry no more

No more

sábado, 2 de janeiro de 2016

Jogo do Ano 2015, minha opinião





Apesar de ter gostado do The Witcher 3 e o mesmo ser bom em vários aspectos não concordo em ele ter ganho no TGA. Vou dizer o porquê: a história é fraca. E MUITO, parece um grande enxerto do segundo e primeiro games. Quem já leu os livros há de concordar comigo nesse aspecto. Passa longe da imersão na narrativa escrita. O enredo parece mais um de já vù de outros jogos. Seu sistema de combate também é péssimo, precário e previsível. Ele só ganha um pouco mais de gameplay devido às missões secundárias que são fantásticas, isso é inegável, e melhor inclusive que a fraca história principal. Seu visual gráfico também é um dos mais belos já vistos. Sou um pouco suspeito para falar de Batman e Snake, por ser fã, mas também apresentaram defeitos. Em MGSV, percebe-se que o jogo mesmo termina (?) na missão 31, depois da mesma são apenas versões mais difíceis de missões já realizadas, embora o final real do jogo seja após a missão 46. Ficando com a história um pouco escassa, sendo esse talvez o principal defeito do jogo. A trilha sonora é impecável com grandes hits de rock clássico e as Kojimisses que estamos acostumados a ter fazem desse MGSV um dos melhores títulos do ano de fato. O número de diferentes fatores para considerar, analisar e resolver uma situação faz a química perfeita na imersão para que MGSV seja digno de jogo do ano e isso The Witcher com a sua história cheia de enxertos passem longe. Batman Arkham Knight outro que sou suspeito de falar, mas se não fossem os problemas apresentados para a versão de PC, o que traiu de certa forma os fãs, devido ao povo gostar tanto do Batman, esse teria sido com certeza o jogo do ano. Na minha mais humilde opinião, acho que junto a MGSV, esses sim são os dois mais dignos a jogo do ano. A história é impecável e surpreendente, vilões são os velhos e carismáticos conhecidos de sempre, as missões secundárias são MUITO bem feitas e desenvolvidas conciliando com a trama principal. Os problemas ficaram mais nas versões do PC, no PS4 ou no Xbox One roda liso. Talvez o único ponto fraco fosse o Batmóvel, uma vez em alguns momentos é necessário o carro para resolverem-se charadas (!?). No mais, é a minha opinião, mas não achei justo The Witcher 3 ganhar. Batman ou Metal Gear V foram superiores...


Observação: Talvez por mais que doa, mas o do Batman não ter ganho, seja para as empresas pensarem e lançarem um jogo que ao menos possa ser jogável uma vez que os preços em locais como o Brasil são assusttadores!!!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Pacote da Comunidade do Shadow Jago, EU APOIO!!!


Recentemente fora lançado o Pacote Comunidade do Shadow Jago então vamos a uma pequena análise. A resposta para essa pergunta é um tanto quanto pessoal para cada um. Sou fã de Killer desde o Super Nes, não havia conseguido o personagem pela edição Day One por questões financeiras. Quando adquiri o Xbox One esperava ansioso uma oportunidade como essa para poder desfrutar do personagem, então para a minha pessoa vale e muito a pena principalmente levando em conta que a quantia de 7.500 KI Golds sozinhos, seriam os R$*40,00* (U$*19,00*). Além do personagem ficar disponível, ficam liberados também 7.500 KI Gold para compras de acessórios e trajes retrô. No meu caso possuo ambas as versões Ultras (1ª e 2ª) de cada temporada. A ideia principal é algo criado visando arrecadar fundos para torneios de KI. Com o alcance da meta de U$* 100.000,00* no fundo da comunidade, Shadow Jago irá receber seu moveset de Boss referente ao season one devidamente balanceado para entrar em competições futuras previstas para este mesmo ano. Lembrando que o período disponível é de 30 de abril de 2015 até 14 de maio de 2015. Todas as compras de quaisquer itens do jogo durante o período irá contribuir com o fundo da comunidade. Vamos abraçar esta ideia ajudando a comunidade, torneios e longevidade do jogo. Quem ganha somos nós gamers!!!   
 
Segue link para o pacote: 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Rapidinha do Evolve

 
 
 
Sinceramente, Evolve é um LIXO. Tenta imitar Left 4 Dead e não consegue ser 1 centésimo como este. Além de que, assim como Titanfall, é um jogo somente para grupos fechados. Jogar online em um jogo assim onde uma classe, mas precisamente a ausência dela com um jogador menos hardcore junto a um time "somente para completar será osso". Assim como Titanfall, enquanto é lançamento muitos vão bajular, depois de alguns meses esses irão me dar razão. Nota: 01 é muito devido as limitações!!! Bem que a produtora de Left 4 Dead poderia lançar um novo!!! Longa vida aos bons títulos e as novas IPS promissoras e NÂO aos caça-níqueis debilitados!!! O trailer empolga e só... Infelizmente...

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Lenda do Santuário

 
 
 
 

            Caros leitores!!! Depois de tanto tempo longe, e sem comentar final da Saga Ômega, sim fiquei preocupado! Continuo investindo e estudando o projeto o qual havia mencionado em uma ocasião visando trazer aos Srs. Sempre o melhor do entretenimento.
            Após assistir o filme “A lenda do Santuário” tive de voltar para a terra.
            Serei o mais justo o possível.
            No início o filme tenta ser “algo novo” conforme as próprias palavras do Mestre Kurumada, visando atrair um novo público, mais jovem e com outra visão do anime ao mesmo tempo em que presenteia os “Senpais”. Mas infelizmente, logo passa uma carência de informações justamente para esse público novo.
            O maior problema é que a marca registrada da série, anime e mangá fora alterado, para uma visão meio que infantilizada da Disney com uma pegada de Percy Jackson o que chegou, em algumas partes a descaracterizar a identidade da obra principalmente em um dos personagens sendo substituída para o humor com uma roupagem mais amistosa e até infantil visualmente. O filme não é ruim, mas possui altos e baixos exagerados. Os baixos chegando a irritar de tão incoerentes.
            A Lenda do Santuário é o primeiro longa-metragem em computação gráfica estrelado pelos heróis, buscando repetir o sucesso com UMA NOVA LEITURA e apresentar os personagens a uma nova geração de fãs apreciadores da cultura nipônica.
            O resultado possui potencial de sobra para cativar novos admiradores de Seiya, Saori e companhia, mas dificilmente será apreciado entre fãs antigos. Reconta a Saga do Santuário, mais precisamente a parte das 12 Casas do Zodíaco a mais conhecida aventura estrelada pelos defensores de Atena.
            Essa nova leitura possui um ritmo de videoclipe, sem explicações muito detalhadas, como um brainstorming com todas as informações necessárias: uma força maligna surge no reino mágico chamado Santuário pretendendo assassinar a reencarnação da mitológica deusa Atena, que é protegida por guerreiros poderosos que utilizam armaduras inspiradas em constelações. Um desses guerreiros é o cavaleiro Aioros, guardião de Sagitário, que descobre o plano e tenta salvar Atena, então ainda um bebê, mas ele é abatido pelos cavaleiros de Gêmeos e Capricórnio. Athena bebê é entregue ao rico empresário japonês Mitsumassa Kido que cria a menina; seleciona e treina cinco garotos para se tornarem cavaleiros e protegerem a deusa quando ela completar 16 anos. Os esperançosos de uma sessão nostalgia ficam com a impressão de que tudo é contado rápido demais e ao mesmo tempo esse novo público percebe que faltam detalhes. Quando o quinteto chega ao Santuário o ritmo cede e se alonga em momentos mais importantes necessitando saber algo a mais que somente os Senpais conhecem.
            Os principais desafios foram: levar as armaduras para o cinema, o que fora efetuado de forma magistral e para ninguém botar defeito e as necessárias mudanças em certos trechos da história necessário em todo tipo de adaptação visando sintetizar melhor a história e contá-la em pouco menos de uma hora e meia de filme. O problema é que essas adaptações trazem concessões frustrantes retirando a identidade da obra. O drama que sempre foi o combustível da mesma deu lugar a uma versão mais leve e de certa forma infantilizada da obra.
            Problemas com as adaptações e participações de personagens vão frustrar alguns fãs. Máscara da Morte fora totalmente descaracterizado. Sua personalidade sombria baseada no grande Beste Seller de Allan Poe: A Máscara da Morte Rubra acabou sendo substituída por um segmento musical aos moldes dos produzidos pela Disney terminando em um traumático e lamentável resultado fora de sintonia com o filme. Não iria estranhar se Máscara da Morte cantasse Let It Go. A batalha final também acabou sendo polêmica e decepcionante por fugir demais não só da história original como também do estilo até então consolidado da série. Milo ser substituído por uma mulher aos moldes da princesa Sônia da fase Ômega causa um forte desagrado.
            Lenda do Santuário possui um visual lindo, com modelos tridimensionais bem animados e detalhados, computação gráfica de ponta sendo um verdadeiro Show. As armaduras dos heróis ganharam ares tecnológicos, movem e se transformam, como se fossem robôs, e elmos que se fecham. Algo novo, muito bem feito, inexistente no mangá ou no anime e que chama muito bem a atenção. Só que nesse ponto a alegria dura pouco. As armaduras de alguns dos 12 cavaleiros de ouro ganharam estilos encorpados quando não desajeitados e espalhafatosos diferente de Seya e os demais com uma proposta mais leve, prática e dinâmica. A armadura de Touro possui tantos chifres que fica algo desnecessário visualmente retirando o impacto visual proposto. Não vou sequer comentar o visual da de Gêmeos que possuía o visual o qual mais gostava e acabou virando uma alegoria. Em contrapartida o visual meio que War Machine na de Aquário acabou sendo orgásmico ao ponto de ser considerada a mais bela visualmente.
            Os fãs brasileiros foram presenteados com uma dublagem impecável, característica do clássico, onde uma nota 10 é considerada pouco. Não dá para falar de Cavaleiros do Zodíaco sem citar a famosa e excelente dublagem brasileira desde a época da Rede Manchete. Lenda do Santuário preserva as principais vozes da trama incluindo Hermes Baroli como Seiya de Pégaso. Mauro Castro merece elogios à parte pela dublagem de Camus. Em uma palavra: Fantástica. Conseguiu com maestria representar o saudoso Valter Santos.
            A trilha sonora é MUITO FRACA e decepcionante. Gerando carência a obra.    
            Lenda do Santuário busca reinventar os Cavaleiros do Zodíaco e apresentá-los como algo tão divertido e empolgante para uma nova geração de fãs, mas as adaptações feitas para isso são sentidas e certamente vão desagradar aos mais nostálgicos e deixar os novos um pouco perdidos, embora o resultado final estar longe de ser ruim. O filme pode ser dividido em duas partes: antes das 12 Casas (o que acabou sendo a melhor parte) e 12 Casas que pode ser resumida a três lutas focadas somente no Seya. Hyoga e Camus foi rápido demais sem o calor humano de mestre e pupilo característico (fez falta), Ikki vs Shura foi doloroso de assistir. Afrodite entra e sai morto. O Mestre Ancião fez falta. Mas nada pode ser tão pior como o “Pesadelo na Casa de Câncer”.
            O filme deve ser encarado com mente aberta, sendo assim a chave para diversão. Creio que após os créditos os fãs mais conservadores hão de ficar empolgados em assistir uma nova batalha nesse estilo do que ser conivente com a produção.
Senpai = veterano
Nota final: 05 de 10

quarta-feira, 11 de junho de 2014

DIY X-MEN PYRO shooting 12ft flames from your wrist




E corta pro Pyro...

 
Sras., Senhores, ao término do expediente, assisti o seguinte vídeo o qual estou compartilhando com  os Srs. Considero FENOMENAL ainda mais por tratar-se de recriar as habilidades de um personagem que eu curto. O vídeo fala por si só. A criatividade foi FANTÁSTICA!!! Fico imaginando algum dia os "poderes" do Cabeça de Teia... e a mobilidade que seria no trânsito do Rio de Janeiro...