domingo, 29 de maio de 2011

Livro continuação

Então abri e estiquei as pernas e os braços de forma a posicionar-me acima da porta do banheiro. Alguns instantes depois, o que estava ao celular no andar de cima abriu a porta e posicionou-se no portal sem entrar. Caso ele tivesse olhado para cima, teria visto a mim com as pernas e braços abertos acima dele. Tudo foi muito rápido! O que estava ao celular no andar de baixo rapidamente rendeu aos seguranças desse andar e mandou a todos deitarem-se no chão. O que anunciou ao assalto mandou aos caixas irem colocando o dinheiro na bolsa. Os dois primeiros, ele recolheu sem o menor problema mais no último ele achou conhecer de alguma festa em escola de samba a qual ele havia tido um desentendimento. Daí ele colocou a arma na cabeça dele e disse: “onde é que está toda a valentia agora?” O que havia vindo até ao banheiro mandou com que o outro parasse imediatamente e esse o fez. Mal pegaram o dinheiro foram atrás do administrativo e obrigaram-no a ir à tesouraria. Novamente senti a sensação sobrenatural ao meu lado. E desejei com toda a minha fé com que a polícia chegasse logo. Ouvia como que uma voz dizendo para que acreditasse que eles iriam embora e assim que comecei a fazer isso ouvi o som de sirenes. Imediatamente ao ouvirem-nas eles disseram “sujou são os vermes”. Saindo como loucos. Houve troca de tiros mais felizmente ninguém se feriu e não passou de um grande susto para todos... Exceto eu.

Sabia exatamente para onde eles haviam ido e como eles iriam terminar. Volto para casa assisto um DVD de Giovanna e durmo como uma criança. Novamente mais uma visão daquelas bem nítidas e reais. Os quatro assaltantes estão com os olhos negros como em estado de possessão. Pude ver em minha visão claramente não apenas isso mais uma sombra sinistra que era formada pela junção das sombras deles. Pude ver também os seus assassinatos por essa sombra. Quando formada ela começou a fazê-los sangrar por todas as cavidades do corpo. Um sangramento inicialmente fraco que fora aumentando gradativamente enquanto eles secavam aos poucos.
Uma semana depois passo em frente à banca de jornal em frente à agência e vejo em primeira página: “morte brutal de quatro assaltantes de banco”. E infelizmente eu sabia exatamente como eles haviam morrido e que na verdade eram inocentes controlados de alguma forma por aquela sombra e não criminosos. Passa-se o dia e ao final pego o ônibus podendo assim voltar para casa. Caio no sono e tenho algo como uma visão.

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