segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Saint Seya Omega Episódio 26 Análise

Nesse episódio temos Souma e Sônia caindo na escuridão. Sônia recorda-se que havia sido sugada pelas trevas na ruína da escuridão até avistar uma porta se abrindo e vindo em sua direção. Podemos enfim ver que Medéia estava a sua espera (nota esse é o trauma de Sônia pega pela escuridão de arrepender-se, assim como Haruto, Yuna e Ryuho enfrentaram no episódio anterior). Medéia ordena-a que entre. Sônia pergunta se Marte havia deixado alguma mensagem. Medéia comenta que Marte ainda estava recuperando-se em Marte após o ferimento causado por Seya. Sônia custa a acreditar como poderia existir alguém tão poderoso. E não apenas Seya, mas Shiryu, Shun, Hyoga, Ikke e Shaina (lembram-se ue Shaina também possui os ferimentos da escuridão). Medéia explica que o poder dos Cavaleiros equipara-se aos "marcianos". Medéia afirma que durante a recuperação de Marte, ela quem estava no comando e não iria deixar esse posto tão facilmente. Conta que havia uma tarefa para a então jovem Sônia. Matar o homem rebelde que lidera a resistência contra Marte. Seu nome: Kazuma do Cruzeiro do Sul (Pai de Souma de Leão Menor). Medéia afirma que Sônia possuía idade o suficiente para trabalhar como uma amazona de seu pai e que os marcianos esperavam por isso. Sônia diz ser inexperiente para uma tarefa tão importante. Medéia aplica uma lição de moral em Sônia dizendo que mesmo elas não serem parentes a havia criado como uma filha (pressão psicológica). Insistindo em seguida que Sônia era devidamente capaz. Sônia aceita a missão e vai treinar do lado de fora. Sônia estava com medo da missão de enfrentar um cavaleiro e começa a tremer. Em um movimento quase atinge o príncipe Eden parando o ataque bem em frente a sua face. afirma que Eden não deveria aproximar-se pelas costas de um marciano. Que poderia morrer com tal ato. Avista rosas colhidas por Eden e indaga seu irmão se ele estava indo ver Ária. Eden reconhece Medéia como mãe e que a mesma havia dito que não havia nada de mais em ser amigo de Ária. Sônia contesta dizendo que não era bom ser amigo. Eden percebe a tremedeira no punho de sua irmã. Eden diz para Sônia que seu cosmos estava estremecendo. Sônia conta que não era nada disso e ordena ao irmão que levasse as rosas para Ária antes que elas murchassem. A questão nesse momento é: Sônia também se importava com Ária? Voltando ao episódio Sônia informa ao irmão que ficaria fora uns dias. E era melhor que ele não soubesse. Sônia entra em seu quarto e coloca sua máscara de amazona. Fica parada olhando para si diante do espelho. Souma acorda. Algo similar acontece com ele enquanto o mesmo ouvia sua voz de criança chamando por seu pai. Kazuma cortava lenha enquanto conversava com mais dois homens que diziam: "homens com armadura vermelha e preta estão por trás dos recentes desaparecimentos em Palaestra..." Perguntam para Kazuma se não deveriam fazer nada a respeito? Kazuma responde que o ideal era esperar pelo momento certo sem afobações, que deveriam aprender mais sobre eles. Souma percebe que esse era seu "trauma" o dia da morte de seu pai. Souma vai falar com seu pai sobre o jantar e os homens dizem que são cavaleiros de prata. Souma comenta que iria tornar-se um cavaleiro e os homens pedem para que ele desse seu melhor. Cai a ficha para Souma e este percebe que estava revivendo o dia da morte de seu pai. Kazuma sente algo e pede para o filho ir se adiantando para o jantar. Anoitece. Kazuma vai em direção da presença que sentia. Pergunta se tal presença estava naquele local por ele? Sônia aparece e Kazuma percebe que ela era apenas uma criança. Odiava Marte por seus feitos como mandar uma criança atrás de um Cavaleiro. Kazuma defende os ataques de Sônia e veste a sua armadura. Os ataques de Sônia parecem não fazerem efeito em Kazuma. Sônia afirma que se Kazuma passasse a obedecer Marte, não o mataria. Kazuma diz não poder fazer isso. Some e reaparece diante de Sônia afirmando que não poderia lutar contra uma criança. Kazuma afirma detestar Marte mais que tudo. Colocar uma criança para lutar é algo inconcebível. Pergunta por que ela estava lutando? Afirma que ela ainda não sabia. Sônia tenta atacar mas é repelida or Kazuma que pede para que ela fosse embora. Kazuma diz para Sônia que os punhos são para proteger aqueles com quem se importa. Nesse momento Sônia lembra de sua madrasta, seu pai e principalmente de seu irmão Eden, desfere um ataque pelas costas de Kazuma. O Cavaleiro de Prata do cruzeiro do Sul estava morto. Pega o crucifixo de sua armadura e leva consigo, antes desaba em lágrimas. Souma também assiste tudo. Sônia relembra os elogios de Medéia. Sônia sofria pela morte de Kazuma.Uma sombra de Marte aparece e começa a humilha-la. Sônia começa a cair mais e mais nas trevas até que Souma a salva. Ela pergunta o porquê. Souma responde por que senão ele não teria a sua vingança. Souma ao erguê-la pede para ela correr e enfrenta a escuridão na forma de Marte. Souma derrota essa escuridão com as chamas ardentes do leão menor. Cai junto à Sônia na porta da Ruína das Trevas. Com os dizeres: "Sala do Amor e do Ódio." Souma pergunta para Sônia por que ela havia pego a pedra da armadura de seu pai. O ameça mais vai embora. Souma adentra a ruína das trevas e reencontra-se com Ryuho, Haruto e Yuna. Pergunta sobre Kouga e Ária, mas Yuna balança a cabeça com sinal de negação. Souma insiste que eles deveriam estar em algum lugar por ali. O príncipe Eden, Ária e Kouga caem em um local como um cemitério com lápides de vidro. Eden avista uma pequena Ária em uma dessas lápides. A lápide quebra. A peguena Ária de sombras o indaga se ele havia realmente perguntado a ela o que ela queria. Das lágrimas dela caídas nas rosas vemos pura escuridão se desfazendo. Relata que Eden sempre a havia usado, assim mamãe e papai iriam gostar dele. Fala para que Eden caísse nas profundezas do inferno paralisado por seus pecados. Preso pela escuridão. Não longe dali, Ária encontra-se em uma situação similar só que várias sombras com a sua forma despertam das lápides e a circulam dizendo que Ária deveria ficar com um brilho fraco na escuridão. Mais adiente em uma situação similar encontra-se Kouga. Que sentia-se calmo. Fica mais do que evidente que enquanto Ária era a Luz, Kouga era um ser de trevas. Uma imagem de trevas toma a forma da Saori e ordena-o perguntar para seu cosmos o motivo. Kouga brilha uma luz por questões de segundos que é transformada em trevas puras. Tomando seu corpo. A imagem da Saori afirma que o cosmos de Kouga era de trevas...  

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