Infamous Second Son
Título de Mundo aberto com chamativa ação ao estilo Herói/Vilão.
As habilidades são atrativas, mas ficou um jogo muito “moralizado” com escolhas
morais mesmo como agir certo ou errado. A interação de alguns personagens
poderia ter sido melhor aproveitada principalmente devido a jogabilidade de
Mundo aberto.
A iluminação é de “cair o queixo” sem tirar ou colocar
mostrando o poder do PS4 em cada esquina ou poça de rua.
A trama passa-se sete anos após Infamous 2. Os
protagonistas agora são Deslin Rowe e o Departamento de Proteção Unificada. As
habilidades de Deslin, principalmente a fumaça impressionam MUITO. A recriação
de Seattle merece destaque a parte. Apresentando uma diversidade e variedade
fenomenais, o equilíbrio entre as pacíficas ruas virando campos de batalha
flamejantes demonstram o potencial de fato do que merece destaque e do que
ainda estar por vir na 8ª Geração de Jogos. A história, jogabilidade, o visual, os combates divertidos, som, as
diversas habilidades e sua árvore, a química com Deslin são pontos MUITO
positivos. As questões “morais” é que podem ser chamadas como um certo deslize
para a história proposta; minha opinião deixo bem claro.
A Sra. Ou o Sr. Devem estar se perguntando: Como assim
Jairo? Deslin é um jovem como qualquer outro com ideais e uma certa “raiva
adolescente”. De cara é impossível não gostar ou identificar-se com Deslin. E é
justamente esse conflito interno antes do social que cria a atmosfera do jogo.
Sobressai-se nesse ponto os conflitos contra Augustine que provam justamente o
descrito anteriormente.
Outro ponto que poderia ter sido melhor explorado é o
elenco não ser melhor utilizado. Personagens coadjuvantes em potencial como
Abigail poderiam ter sido melhor utilizados mas ao invés disso são postos de
lado. Para os Hardcore que curtem a imersão na história, tal fato deixa um
pouco a desejar tornando o enredo simples, limitado e sem o devido destaque e
brilho que poderiam ser melhores explorados na história. Vou exemplificar da
seguinte forma: imaginem The Last of Us sem a química Pai X Filha entre Ellie e
Joel, Joel sendo um homem rude mas outros cidadão são tão brutais que é
compreensível a postura do mesmo, principalmente considerando a Tess.
Havia dito sobre árvore de habilidades. Não estranhem,
por favor, mas é isso mesmo algo meio que Final Fantasy X, mas que oferecem
tamanhas opções que ganham a sua própria identidade. Destaque para D.U.P móvel
por proporcionar combates com recompensas gratificantes em pontos de
habilidades e como distribuí-los o que lembrou-me um pouco Borderlands nesse
aspecto apresentando outro ponto forte e de notável destaque ao Título.
E qual a influencia disso em Infamous Second Son?
Inicialmente começa com um Parkour que com as distribuições certas na árvore de
habilidades, acelerar, voar, planar, ou simplesmente visualizar os horizontes
de Seattle com movimentos de Deslin causam um impacto visual deslumbrante.
Fazer o Certo ou o Errado? A história, até mesmo pelo seu
estilo “Moralista” demais, não sugere que saia matando civis inocentes ou não.
Mas nesse ponto é que os extremismos recompensam. Matar inocentes irá
fortalecer uma personalidade de vilão, porém salvá-los/ajuda-los irá fornecer ganhos
muito mais notáveis. É nesse ponto que volto a dizer que a questão Moralista
decepciona em um Título como Infamous. Veredito: Gráficos (Seattle é um Show a
parte): 10; Som: 10; Jogabilidade: 10 (Combate Imersivo e Divertido, Habilidades
e sua distribuição merecem destaque, assim como a química com o personagem
Deslin; Fator Replay: 05: A questão Moralista demais da Trama compromete um
Título como Infamous, na minha opinião. Nota Final: 09 devido ao exagerado
Moralismo.

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