quarta-feira, 21 de março de 2012
Soul Calibur 5 Revisão
Primeiramente venho dizer que apesar do jogo ser relatimamente bom, achei que o deixaram mais para os novatos. Veteranos vão achar somente um aprendizado rápido do que foi implementedo. O jogo em sí está muito simples e dinâmico e depois de dominar o básico já pode ir para o combate sem medo de ser feliz ou conseguir um troféu. Traz uma mudança no istema de combos que melhorou e muito por sinal. É uma seqüência do jogo de luta que utiliuza-se de armas com caras novas. Alguns personagens comoa Kunoichi Taki não estão presentes e era uma das personagens que eu mais gostava de jogar nas versões anteriores. No geral parece-se com Soul Calibur com especiais modificados e novos itens além de novas caras substituindo algumas antigs que para mim fizeram falta como a Taki (já dito antes mas só para reforçar). Em gerção é um jogo indicado para os fãns da série que não esperam uma grande revoluão. É uma seqüência bem preservada ou cautelosa com poucos mais lutadores. Falando em lutadores temos a presença de Ezio Auditore da série Assassin`s Creed que por sinal é o melhor personagem dessa versão do jogo. Sempre gostei muito de jogar com a Taki, Ivy e Tira (pelo menos com excessão da primeira as demais ficaram). Os novos personagens são bons mas não conseguem substituir os antigos nem de longe. O modo história é bem ralinho mesmo mas é a parte principal do jogo para abrir novos caminhos e desbloquear personagens. Achei essa trama do modo história ridícula para falar a verdade. Concentrando-se nos filhos de Sophitia (também fez uma falta) são eles: Patroklos e Pyrrha. Patroklos até que lembra a movimentação da mãe só que misturada ao dos homens lagartos. Pyrrha possui uma movimentação idêncica a da mãe. Falando na Taki, em seu lugar vem uma aluna chamada Natsu. preferia a Taki após anos de costume com a mesma. Xianghua também sai de cena e deixa as suas habilidades para seu filho Yan Leixia. O modo de riação é muito interessante, alguns bem malucos por sinal. Consegui criar uma personagem parecida coma a Xena só que ao invés do Chacra uma espada circular como a de Tira. Agora existe uma barra chamada Critical Edge que lembra Street Fighter 4. Fato curioso nessa parte é que a mecânica Guard Impact (chanada agora apenas de Guard) também consome a barra. Os personagens do usuário e os estilos de jogos computados, são emprestados a outros jogadores pela Live (só joguei um pouco a versão do Xbox360, embora a minha mesmo seja dp PS3 e continua lacrada.) o que resulta em um infinito elenco para o Quick Batle. A torre do 4 também foi até vergonhoso ter sido banida. Não ou nem falar do clássico modo Weapon Master que vira até covardia. Quanto a parte online nada mais é que angu com farofa. O segundo jogo da franquia eu curti muito principalmente por trazer Al Simons o famoso Spawn dos quadrinos na versão do Xbox assim como o Ézio Auditore está fazendo a sua participação especial. O terceiro eu achei fraco mais devido a Tira até que ainda curti por algum tempo quando não tinha nenhum jogo de luta melhor para jogar. O 4º achei interessante a torre dos desafios e confesso que devido a mesma achei até um bom jogo no geral. Embora não há quem me faça jostar do chefão final do anterior Algol. Acho ele muito chato e fraco demais para um chefe final. Voltando do túnel do tempo o 5º e atual está muito desilado e superficial. A anos luz de distância de ser tão bom quanto fora o 2. Na minha opinião Soul Calibur precisa de muitas melhorias e idéias novas para um novo título, do contrário acabará caindo no esquecimento. Minha nota é 6. Principalmente pela falta do Weapon Master que com a sua ausência matou o jogo.
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